🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

São Paulo

Principal

Motivo: O artigo foca na análise dos termos táticos de Roger Machado, atual técnico do São Paulo, explicando sua metodologia e linguagem. Não há viés positivo ou negativo explícito em relação ao desempenho do time.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Palmeiras é mencionado apenas como exemplo de um adversário onde uma tática de Roger Machado foi aplicada. A menção é factual e não carrega viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Palmeiras Luciano Flaco López Roger Machado Chapecoense Alan Franco Alan Patrick Marcos Antônio Arias Rafinha

Conteúdo Original

Análise sobre termos usados por Roger Machado na derrota do São Paulo O técnico Roger Machado vem chamando atenção no São Paulo pelo vocabulário técnico utilizado em entrevistas coletivas. Os termos mais rebuscados têm sido alvo de críticas por dificultarem o entendimento. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp O discurso, porém, não é novidade. Roger se comunica dessa forma desde o início da carreira, levando para as coletivas conceitos táticos avançados que dividem opiniões. Ele, por exemplo, antecipou, em detalhes, um problema do Tricolor no jogo contra a Chapecoense, que foi justamente a forma como o time perdeu o clássico contra o Palmeiras dez dias depois. – Fizemos uma pressão alta e o adversário conseguiu inverter o jogo, faz parte, paciência. Eu não sigo fazendo pressão alta, eu corro em diagonal à bandeirinha de escanteio, espero colocar mais gente atrás da linha da bola para me organizar de novo para pressionar. No sistema (sem pontas), como você tem mais gente pela zona central do campo, automaticamente você precisa conseguir trancar o adversário nesse lado do campo. As inversões podem nos castigar. Isso não consegui trabalhar – explicou Roger, dias antes de Flaco López, em um momento de pressão do clássico, inverter o jogo para Arias, que teve espaço para avançar e marcar. Mais do São Paulo : + Roger terá primeira "janela" de treinos para corrigir problemas + Rafinha dá voto de confiança a Roger: "Estamos no caminho certo" 1 de 6 Roger Machado São Paulo estreia contra Chapecoense — Foto: Jota Erre/AGIF Roger Machado São Paulo estreia contra Chapecoense — Foto: Jota Erre/AGIF Abaixo, o ge preparou um dicionário de termos táticos diferentes utilizado pelo novo comandante são-paulino. MEIOS CORREDORES É aquele espaço entre o lateral e o zagueiro, normalmente no começo da área. É uma região difícil de marcar, por onde saem movimentações dos pontas e dos laterais. REGRA DO GATILHO DA BOLA RODADA PARA TRÁS Quando o adversário não tem espaço pra tocar a bola pra frente e toca pra trás. É nesse momento que o Roger pede pro time pressionar mais alto, pois a chance de roubar a bola cresce. Um exemplo (justo no gol do Palmeiras): quando o jogador toca para trás, o time inteiro sobe e começa a sufocar a marcação. 2 de 6 O famoso "gatilho da bola para trás": apertar a marcação quando o adversário toca a bola para a defesa — Foto: Reprodução O famoso "gatilho da bola para trás": apertar a marcação quando o adversário toca a bola para a defesa — Foto: Reprodução CRUZAMENTO DE QUINA É o cruzamento que é feito com a ponta do pé. Por isso, sai com menor precisão do que os cruzamentos com a chapa do pé. VAZAR DE UM LADO AO OUTRO Quando a marcação não consegue roubar a bola antes do adversário inverter de lado. Por isso o termo "vazar": é como se o São Paulo deixasse o adversário vazar por um lado do campo. Um exemplo aqui: o Palmeiras consegue sair de um lado para outro. Veja como o adversário está livre, sem ninguém do São Paulo marcando. 3 de 6 Vazar de um lado para o outro: quando a marcação falha e deixa o lado exposto — Foto: Reprodução Vazar de um lado para o outro: quando a marcação falha e deixa o lado exposto — Foto: Reprodução G1, G2 e G3 G1 são os considerados titulares, que atuaram mais minutos. G2 são os reservas que entraram e atuaram menos minutos. G3 são os jogadores que completam o time, normalmente quando a base sobe. + Leia mais notícias do São Paulo 4 de 6 Roger Machado sob o comando do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / São Paulo FC Roger Machado sob o comando do São Paulo — Foto: Rubens Chiri / São Paulo FC 🎧 Ouça o podcast ge São Paulo 🎧 TERCEIRA AMPLITUDE É quando um jogador se posiciona bem aberto, caindo pra lateral, pra receber a bola e tentar bagunçar a marcação. Acontece quando um jogador do time já está ocupando os lados do campo, como na imagem abaixo. Roger fazia isso com o Alan Patrick no Inter e vem fazendo com Marcos Antônio e Luciano no São Paulo . 5 de 6 A chamada "terceira amplitude" no São Paulo — Foto: Reprodução A chamada "terceira amplitude" no São Paulo — Foto: Reprodução BLOCO BAIXO Postar o time inteiro na defesa, no próprio campo, com todos os dez atrás da linha da bola. Prioridade é defender e não subir a marcação e sufocar lá na frente. DISPUTA DE PRIMEIRA BOLA É a briga pela bola que vem de um chutão, seja do São Paulo ou do outro time. Normalmente pelo alto. JOGO DE ATRAÇÃO É enganar a marcação do oponente. Funciona assim: um jogador espera a marcação subir, normalmente tocando a bola no próprio campo, e toca a bola a quem chega livre ou conduz a bola, deixando a marcação adversária para trás. Na imagem, um exemplo com Alan Franco com a bola nos pés, esperando a marcação do oponente subir para só depois dar o passe. 6 de 6 Jogo de atração: esperar a marcação chegar para tocar a bola — Foto: Reprodução Jogo de atração: esperar a marcação chegar para tocar a bola — Foto: Reprodução DISPUTA DE SEGUNDA BOLA É a disputa de uma bola rebatida ou que sobra, normalmente em escanteios ou em momentos que o zagueiro decide afastar. Pode ser uma jogada do São Paulo ou do outro time. INTERSETORIAL DE ATAQUE É o lado ofensivo do meio-campo, cruzando a linha que divide o campo para o lado do ataque do time. + Assista: tudo sobre o São Paulo no ge, na Globo e no sportv