O caso de Mariana Ferrer, vítima de violência sexual, será debatido na 70ª Comissão sobre a Situação da Mulher da ONU em Nova York. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisará o pedido para declarar a nulidade da audiência de instrução de 2020, onde Ferrer foi tratada como réu. A discussão internacional precede a decisão do STF e reforça a importância da Lei Mariana Ferrer, criada após a repercussão do caso.
Um evento organizado pelo governo para combater o feminicídio e a violência de gênero acabou se tornando um exemplo de machismo, ao segregar homens e mulheres em salas diferentes. A colunista Milly Lacombe critica a organização do evento e a aparente negligência do governo em ouvir as pautas femininas, apesar de iniciativas positivas anteriores.
O artigo argumenta que o caso Jeffrey Epstein deve ser compreendido dentro das estruturas do patriarcado, e não como um sintoma do capitalismo ou de conspirações políticas. A autora defende que a violência contra mulheres e a dominação masculina são elementos centrais que organizam a sociedade e fundamentam sistemas econômicos.