O artigo argumenta que o caso Jeffrey Epstein deve ser compreendido dentro das estruturas do patriarcado, e não como um sintoma do capitalismo ou de conspirações políticas. A autora defende que a violência contra mulheres e a dominação masculina são elementos centrais que organizam a sociedade e fundamentam sistemas econômicos.
O artigo critica a abordagem de segurança pública no Brasil, argumentando que a violência não é combatida com chacinas em favelas, mas sim exacerbada por elas. A autora defende que a verdadeira segurança pública se faz com respeito aos direitos humanos, investimento em infraestrutura e oportunidades, e não com a gestão de mortes.