O artigo discute o potencial patrocínio da Fatal Models ao Corinthians, criticando a hipocrisia da sociedade em relação a trabalhos sexuais e casas de apostas. A autora argumenta que a rejeição a empresas como a Fatal, que pagam impostos e buscam segurança para as trabalhadoras, contrasta com a aceitação de plataformas de apostas menos regulamentadas.
A colunista Milly Lacombe critica a hipocrisia da sociedade ao multar empresas ligadas a conteúdo adulto enquanto permite a expansão irrestrita das apostas online. Ela argumenta que explicar o funcionamento das casas de apostas a uma criança é mais complexo e prejudicial do que falar sobre sexo, citando os graves problemas sociais causados pelo vício em apostas, como endividamento e suicídios.