O artigo discute o potencial patrocínio da Fatal Models ao Corinthians, criticando a hipocrisia da sociedade em relação a trabalhos sexuais e casas de apostas. A autora argumenta que a rejeição a empresas como a Fatal, que pagam impostos e buscam segurança para as trabalhadoras, contrasta com a aceitação de plataformas de apostas menos regulamentadas.