Cristiano Ronaldo foi sancionado pela Federação Portuguesa de Futebol com 30 dias de suspensão e multa de 255 euros por abandono do estágio da seleção portuguesa na Dinamarca. A punição foi considerada leve, já que o regulamento previa suspensão de um a seis meses, e o valor da multa equivale a apenas 39 segundos dos ganhos anuais do jogador no Al Nassr. Ronaldo pode retornar à seleção já em novembro, para os jogos contra Dinamarca e País de Gales pela Liga das Nações.
O técnico do Manchester City, Enzo Maresca, declarou ter total confiança no clube após comissão independente concluí-lo culpado de mais de cem infrações às normas financeiras da Premier League. O técnico italiano, que substituiu Pep Guardiola, defendeu os proprietários e dirigentes do clube. O City, líder da Premier League, corre risco de sanções que vão da perda de pontos à expulsão da competição.
O técnico do Manchester City, Enzo Maresca, marcará reunião com os jogadores após o veredito da Premier League que considerou o clube culpado de 114 das 115 acusações de violações financeiras. Segundo o jornal The Mirror, o encontro ocorrerá quando os jogadores retornarem da Data FIFA. O clube declarou estar 'desapontado' com a decisão e afirmou que recorrerá até 2 de outubro.
O Manchester City entrou com recurso contra a condenação por violações graves das regras financeiras da Premier League, nas quais teria usado contratos fictícios para inflar receitas em mais de 900 milhões de libras. O clube afirma que a decisão contém erros materiais e mantém sua inocência, podendo enfrentar sanções que vão de multas a rebaixamento. A audiência do recurso deverá ocorrer em até 12 semanas.
A Etihad Airways, principal patrocinadora do Manchester City, ameaça processar a Premier League após o clube ser declarado culpado de 115 irregularidades financeiras. A companhia aérea, ligada a um fundo de Abu Dhabi, rejeita categoricamente qualquer sugestão de envolvimento em acordos comerciais irregulares, e a fabricante japonesa Asahi, outro patrocinador, também se manifestou. O Manchester City já entrou com recurso e uma nova audiência definirá as punições, que podem incluir multas e perda de pontos.
O caso do Manchester City por violações das regras financeiras da Premier League pode se arrastar por anos, segundo advogados especializados em direito esportivo. O clube foi considerado culpado de todas as acusações financeiras ao longo de nove temporadas e já anunciou que irá recorrer da decisão. Especialistas apontam riscos de novas ações de clubes prejudicados, sanções suspensas durante o recurso e até eventuais investigações criminais.
Jürgen Klopp, técnico da Seleção Alemã e ex-treinador do Liverpool, declarou em coletiva de imprensa que seu respeito por Pep Guardiola e pelo futebol do Manchester City é imenso, mesmo após a condenação do clube por violação das regras financeiras da Premier League. O City teria usado contratos comerciais fictícios para inflar receitas em mais de 900 milhões de libras ao longo de quase uma década. Questões sobre quando as sanções esportivas entrarão em vigor ainda permanecem sem resposta.
A comissão independente da Premier League concluiu que o Manchester City violou regras financeiras por quase uma década, incluindo o uso de contratos fictícios para inflar receitas em mais de 900 milhões de libras. O clube nega as acusações, declara-se inocente e anuncia que recorrerá, alegando erros materiais na decisão. Entre as sanções possíveis estão dedução de pontos, multas, rebaixamento e até a perda de títulos conquistados no período investigado.
O Manchester City foi considerado culpado de 114 das 115 acusações por violar as regras financeiras da Premier League, segundo o site The Athletic. As punições ainda não foram definidas, mas podem incluir perda de pontos no torneio e até o rebaixamento do clube inglês. O City deve apresentar recurso da decisão da comissão independente.
O artigo discute a incoerência do movimento esportivo internacional em relação às sanções impostas à Rússia após a invasão da Ucrânia. Argumenta que a seletividade na aplicação de punições, baseada em interesses geopolíticos do 'Norte Global', compromete a credibilidade do esporte. Propõe a Trégua Olímpica como um critério objetivo e universal para sanções, visando equidade e desvinculando o esporte da política externa.