O caso do Manchester City por violações das regras financeiras da Premier League pode se arrastar por anos, segundo advogados especializados em direito esportivo. O clube foi considerado culpado de todas as acusações financeiras ao longo de nove temporadas e já anunciou que irá recorrer da decisão. Especialistas apontam riscos de novas ações de clubes prejudicados, sanções suspensas durante o recurso e até eventuais investigações criminais.
Mauricio Pochettino, atual técnico da seleção dos Estados Unidos, afirmou que o caso do Manchester City expõe um 'período de enganação' no futebol. Um painel independente considerou o clube culpado de 114 das 115 violações das regras financeiras da Premier League. O argentino também defendeu que o Chelsea perdesse o título de 2016-17 para o Tottenham e criticou a rigidez desigual da justiça esportiva.
A Premier League anunciou que o Manchester City foi considerado culpado de todas as acusações de graves violações das regras financeiras entre as temporadas de 2009/10 e 2017/18. Uma comissão independente concluiu que o clube negociou contratos fictícios para inflar artificialmente receitas e reduzir custos em mais de 900 milhões de libras. O Manchester City nega irregularidades e afirma que irá recorrer da decisão.
A Premier League anunciou que o Manchester City foi considerado culpado por graves violações das regras financeiras entre 2009 e 2018, incluindo contratos simulados para inflar artificialmente as receitas do clube. Uma comissão independente também considerou o clube culpado na maior parte das acusações de falta de cooperação com a investigação. Nenhuma punição foi aplicada até o momento e o clube inglês afirmou que recorrerá da decisão.
Um relatório da Anistia Internacional aponta graves violações de direitos humanos nos países sedes da Copa do Mundo de 2026, com riscos para torcedores, atletas e jornalistas. A FIFA é criticada por sua conivência e omissão diante de abusos em democracias consolidadas, falhando em sua obrigação de diligência e na promoção de corredores humanitários.