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O dia amanheceu cercado de bastidores para o Corinthians: Dorival Júnior, à frente do elenco, se vê exposto pela gestão que paira sobre o clube e pelas dificuldades administrativas que atravessam o vestiário. A falta de reforços na janela do meio do ano, somada ao transfer ban que impede inscrições, coloca o técnico sob cobrança, e ele admite que pode precisar manter o grupo atual para 2026 se as condições não mudarem. [ ]. No segundo ajuste do dia, Andrés Sanchez compareceu ao Parque São Jorge para prestar esclarecimentos sobre gastos no cartão corporativo entre 2018 e 2020. A oitiva durou cerca de 40 minutos e envolveu cerca de 50 despesas suspeitas, totalizando R$ 190.523,54, com a Comissão de Justiça e Ética, o Ministério Público e o desfecho a ser delineado pela Justiça. [ ]. Entre a pressão pela construção de um time competitivo e a lupa sobre a governança, o dia no Corinthians deixou claro que o clube caminha entre o desejo de reconstrução e a necessidade de transparência — um drama que promete seguir ditando o pulso da temporada.