O Santos voltou a acumular dois meses de direitos de imagem em atraso com o elenco profissional, referentes a setembro e outubro. A diretoria busca recursos para quitar os valores até 9 de novembro, quando vence também a folha salarial, a fim de evitar o acúmulo de pendências na reta final da temporada. O clube ainda enfrenta um transfer ban da FIFA e processos judiciais movidos por ex-atletas.
As negociações para a renovação do contrato do volante Jair com o Vasco da Gama estão paralisadas, após a proposta inicial com redução salarial ser recusada pelos representantes do atleta. O clube busca readequar os valores, condicionando parte da remuneração a metas de desempenho, e um novo encontro deve ser agendado ao fim da temporada. A pausa se deve ao momento decisivo do time, que disputa a permanência na Série A e as semifinais da Copa do Brasil.
O dirigente esportivo do América do México, Santiago Baños, admitiu que a permanência de Raphael Veiga é improvável devido aos custos da compra e ao impacto salarial do jogador. Recuperando-se de cirurgia no ombro, o meia emprestado pelo Palmeiras tende a retornar ao clube brasileiro ao fim do vínculo. Na temporada, Veiga disputou 11 partidas, com um gol e quatro assistências.
O América-MEX vê com pessimismo a contratação em definitivo do meia Raphael Veiga, que está emprestado pelo Palmeiras até o fim do ano. O presidente esportivo Santiago Baños afirmou que o negócio é complicado devido ao custo do jogador e ao impacto na folha salarial. Veiga sofreu luxação no ombro esquerdo, passou por cirurgia no Brasil e fará o tratamento nas instalações do Palmeiras.
A coluna analisa a crise do Corinthians no Campeonato Brasileiro, que caiu para a 18ª posição após a vitória do Grêmio, elevando a probabilidade de rebaixamento para 66%. O autor critica o desastre financeiro, a turbulência política e a contratação considerada incompreensível do técnico Seedorf. O próximo desafio é contra o Mirassol, em uma arena que perdeu a força de mandante nesta temporada.
Coluna opinativa que argumenta que o mérito pelas repetidas finais do Palmeiras na Copa Libertadores pertence mais ao clube, com sua estrutura financeira e elenco caro, do que à comissão técnica de Abel Ferreira. O autor compara com o Flamengo, que alcançou decisões semelhantes com vários treinadores diferentes, reforçando a tese de que a força institucional pesa mais que os profissionais individuais.
O Corinthians reduziu em 60% os custos das categorias de base no primeiro ano da gestão de Erasmo Damiani, com cortes de atletas, funcionários e reorganização de processos internos. O executivo chamou o período sem competições, após a saída do clube do Movimento de Clubes Formadores por impasse com o Palmeiras, de 'segunda pandemia'. Com a fase de cortes concluída, o clube pretende focar na formação e na qualificação dos elencos.
O ge elaborou um ranking das folhas salariais dos 20 clubes da Série A do Brasileirão, destacando a dificuldade em obter números exatos devido à falta de padronização na divulgação financeira de clubes e SAFs. O Flamengo lidera com R$ 37,5 milhões mensais, seguido por Palmeiras, Corinthians e Cruzeiro, enquanto a Chapecoense aparece na lanterna com R$ 3,8 milhões. A reportagem também analisa casos específicos como os salários de Neymar no Santos, os altos investimentos do Cruzeiro e o bom custo-benefício do Athletico-PR.
Ivan Luduvice, candidato à presidência do Santos, apresenta em entrevista ao Lance! suas propostas de reforma administrativa, gestão financeira e criação de uma SAF. Entre os pontos centrais estão a permanência de Neymar, o uso do Pacaembu como casa provisória e a análise jurídica dos contratos da Vila Belmiro. O candidato critica a gestão atual, a folha salarial elevada e a venda de joias da base por valores baixos.
A colunista Alicia Klein contrasta as elevadas folhas salariais dos clubes da Série A do Brasileirão, divulgadas pelo ge, com a votação no Senado sobre o fim da escala 6x1. Ela critica a ausência de posicionamento político de jogadores milionários e clubes endividados em favor dos trabalhadores comuns. O texto também menciona o protesto de Flamengo e Fluminense contra o veto às bets nas camisas.
O Corinthians gastou R$ 327,4 milhões com pessoal entre janeiro e julho de 2026, R$ 42,5 milhões acima do previsto no orçamento. O clube atribui parte do excesso ao pagamento de R$ 32,5 milhões em premiações pelo título da Copa do Brasil de 2025. Mesmo descontando esse valor, os gastos ainda superariam o planejado, apesar do plano de redução de despesas estabelecido para o ano.
O artigo detalha a folha salarial do Manchester City, destacando os vencimentos dos brasileiros Allan e Vitor Reis, com Erling Haaland como o mais bem pago do elenco. Os números ganham repercussão no contexto do processo financeiro da Premier League, no qual o clube foi considerado culpado em 114 das 115 acusações. As punições, que podem incluir multas, perda de pontos e expulsão, ainda estão pendentes.
Stephen Curry acertou uma extensão de contrato de dois anos com o Golden State Warriors no valor de US$ 116 milhões (cerca de R$ 620 milhões), às vésperas de sua 18ª temporada na NBA. O armador abriu mão de cerca de US$ 20,7 milhões (R$ 110 milhões) em relação ao valor máximo possível, dando mais flexibilidade à folha salarial da franquia. O novo acordo, que tem opção do jogador para a temporada 2028/29, reforça o desejo de Curry de encerrar a carreira no clube que o selecionou no Draft de 2009.
O artigo analisa o impacto financeiro da proibição das casas de apostas (bets) anunciada pelo governo federal sobre os clubes de futebol brasileiros. Mostra quanto cada clube da Série A recebe anualmente em patrocínios de marcas de apostas e qual o percentual desses valores sobre a folha salarial de cada equipe.
O Corinthians pediu 90 dias de adaptação ao fim das casas de apostas no Brasil, mas o prazo não foi incluído na medida provisória assinada por Lula. O clube avalia agora os impactos financeiros sobre o contrato máster com a Esportes da Sorte, avaliado em até R$ 200 milhões por temporada. A diretoria projeta queda de receitas maior que a ocorrida com a saída da Caixa e estima que cerca de 15 clubes da Série A terão problemas com a folha salarial.
O Botafogo vive um momento decisivo de engenharia societária: a GDA Luma assinou acordo vinculante de investimentos de US$ 105 milhões, com US$ 50 milhões já ingressados na SAF. Em paralelo, a Justiça do Rio manteve a Assembleia Geral Extraordinária e multou John Textor em pelo menos R$ 10 milhões por litigância de má-fé. O próximo lance é a emissão de 200 milhões de ações a R$ 0,01, que pode diluir a fatia da Eagle caso ela não subscreva.
O Corinthians enfrenta o Grêmio com foco em gerenciar sua folha salarial e o limite de jogos de seus atletas na temporada. A diretoria busca reduzir custos mensais no futebol profissional e planeja negociar jogadores com clubes do exterior para atingir metas financeiras.
A reportagem compara as folhas salariais do Arsenal e do Paris Saint-Germain, finalistas da Liga dos Campeões. O Arsenal, com uma folha de 216 milhões de euros, gasta mais que o PSG, com 185,2 milhões de euros, embora o jogador mais bem pago da final seja Ousmane Dembélé, do PSG. O artigo também detalha os maiores salários de ambos os times.
Por Ana Canhedo e José Edgar de Matos em 2026-05-22
O Santos planeja realizar mudanças significativas em seu elenco para o segundo semestre da temporada. Jogadores como Mayke, Zé Ivaldo, Zé Rafael e Rincón podem deixar o clube devido ao alto custo salarial e perda de espaço sob o comando do técnico Cuca. A diretoria busca reduzir a folha salarial para lidar com problemas de fluxo de caixa e equilibrar o time.
Lionel Messi lidera a lista de salários da MLS com impressionantes 28,3 milhões de dólares anuais, superando a folha salarial da maioria dos clubes da liga. Apenas o LAFC e o Inter Miami (considerando o salário de Messi) possuem gastos maiores em seus elencos.