O Clube do Remo aprovou um novo Estatuto Social em 2026 que traz mudanças significativas em relação à versão de 2021. Entre as principais novidades estão a regulamentação detalhada para uma eventual criação da SAF, a permissão de remuneração para diretores e gestores, novas regras eleitorais com exigências ampliadas e benefícios inéditos aos sócios.
A ATP anunciou um pacote de propostas para aumentar a remuneração dos tenistas a partir de 2028, projetando pagamentos totais de US$ 350 milhões (cerca de R$ 1,77 bilhão), além de reformular o calendário e o sistema de pontuação do circuito masculino. As mudanças, apresentadas pelo presidente Andrea Gaudenzi, respondem a críticas sobre a temporada extensa de 11 meses e às cobranças dos atletas por maior participação nas receitas. O pacote ainda será discutido com jogadores e torneios, com apresentação final prevista para as reuniões de encerramento da temporada em Turim.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido um pagamento adicional de US$ 1,72 milhão (R$ 8,6 milhões) relacionado à Copa do Mundo de 2026, que não foi divulgado no relatório anual da entidade. A informação, revelada pela ESPN com base em documentos fiscais americanos, pode configurar violação do estatuto da Fifa, que exige transparência sobre remunerações. A Fifa negou irregularidades e afirmou que suas contas são auditadas de forma independente.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teria recebido US$ 1,72 milhão adicionais em 2024 da FWC2026, entidade criada para organizar a Copa do Mundo de 2026, valor não divulgado no relatório anual da organização. Documentos da Receita Federal americana e apuração da ESPN apontam possível violação dos estatutos da Fifa, que nega irregularidades. A matéria também cita controvérsias anteriores, como o plano de venda de participação na Copa a investidores ligados a Joshua Kushner e a interferência de Trump no caso disciplinar do atacante Folarin Balogun.
Investigação do jornal britânico The Times revela que Gianni Infantino, presidente da Fifa, teria recebido US$ 1,76 milhão em pagamentos não divulgados em 2024, feitos pela FWC2026 US Inc, empresa gestora da Copa do Mundo de 2026. Os valores ultrapassariam a remuneração oficial declarada de 4,27 milhões de francos suíços, e pagamentos semelhantes teriam ocorrido também em 2025 e 2026. A Fifa negou formalmente as alegações, afirmando que cumpre todas as exigências de prestação de contas e que a remuneração do presidente é definida por um comitê independente.
Investigação do jornal The Times revela que Gianni Infantino, presidente da Fifa, recebeu US$ 1,76 milhão (cerca de R$ 8,82 milhões) em pagamentos não divulgados em 2024, além de seu salário e bônus oficiais. O pagamento foi feito pela FWC2026 US Inc, empresa criada para organizar a Copa do Mundo de 2026, e registrado na Receita Federal dos EUA, mas não consta nos relatórios anuais da Fifa. Fontes indicam que pagamentos semelhantes ou maiores teriam ocorrido em 2025 e 2026, incluindo despesas de uma casa de luxo em Miami Beach.
A reportagem compara as folhas salariais do Arsenal e do Paris Saint-Germain, finalistas da Liga dos Campeões. O Arsenal, com uma folha de 216 milhões de euros, gasta mais que o PSG, com 185,2 milhões de euros, embora o jogador mais bem pago da final seja Ousmane Dembélé, do PSG. O artigo também detalha os maiores salários de ambos os times.
Stephen Curry, astro da NBA, criticou o modelo de remuneração da liga, afirmando que os jogadores "são mal pagos". A insatisfação se dá pela impossibilidade de participar do patrimônio líquido das franquias (equity), apesar de serem parceiros no crescimento da liga. O jogador destacou que o problema não é o salário em si, mas a falta de participação nos lucros a longo prazo.
A CBF formalizou o Programa de Arbitragem Profissional (PRO) para 2026, enviando contratos a 72 árbitros, assistentes e árbitros de vídeo. A iniciativa visa valorizar a categoria com salário fixo, remuneração variável por partidas e capacitação contínua em novas tecnologias e metodologias.
A CBF propõe um novo programa de profissionalização para árbitros, exigindo um certificado de exclusão de sites de apostas. O contrato, com duração de março a dezembro, prevê remuneração variável entre R$ 10 mil e R$ 22 mil fixos mensais, além de taxas por jogo e benefícios como auxílio saúde.
A CBF anunciou a criação de um grupo de 72 árbitros profissionais para o Brasileirão, com início em março. O programa visa profissionalizar e investir na arbitragem, com contratos anuais, remuneração fixa e variável, bônus de desempenho e acompanhamento técnico e físico. Ao fim da temporada, haverá promoções e rebaixamentos baseados em um ranking interno.
A CBF anunciou a lista de 72 árbitros profissionais que atuarão no Campeonato Brasileiro, incluindo 20 centrais, 40 assistentes e 12 de vídeo (VAR). A seleção foi baseada em critérios como vínculo com a Fifa e desempenho nas últimas edições do Brasileirão. Haverá remuneração fixa e variável, com bônus de desempenho, visando atrair dedicação exclusiva à arbitragem.