O Botafogo aguarda a aprovação da recuperação judicial da SAF para concluir a venda das ações à GDA, empresa do investidor mexicano Gabriel de Alba, que já atua como investidora do clube. Com o clube social tornando-se dono de 99,18% das ações, a venda poderá ocorrer por simples contrato de compra e venda, dispensando o direito de drag along. A conclusão depende da aprovação do plano de pagamento pelos credores na Assembleia Geral dos Credores e na CNRD.
O Botafogo de Futebol e Regatas (clube social) anunciou que passou a deter mais de 99% das ações da SAF Botafogo, após a Eagle Bidco não exercer seu direito de preferência no aumento de capital aprovado em setembro. Com a Eagle diluída a apenas 0,82%, a venda da SAF ao empresário mexicano Gabriel de Alba, da GDA Luma, torna-se mais simples, podendo ocorrer por simples transferência de ações. O clube afirma que não haverá mudanças operacionais na estrutura executiva e que segue comprometido com o processo de recuperação judicial.
O Botafogo de Futebol e Regatas assumiu mais de 99% do capital social da SAF Botafogo após a Eagle Bidco não exercer seu direito preferencial de compra das novas ações emitidas em assembleia. Com o clube social como acionista majoritário, o processo de venda da SAF para a GDA Luma, de Gabriel de Alba, tornou-se mais simples, podendo ocorrer por simples transferência de ações. A SAF Botafogo esclarece que não haverá mudanças operacionais e mantém sua estrutura executiva atual.
O Botafogo Social anunciou que assumiu 99,18% das ações da SAF Botafogo após a Eagle Bidco desistir de exercer seu direito de preferência no aumento de capital. A Eagle Bidco, atualmente em administração judicial sob a Cork Gully, ficou com apenas 0,82% das ações. A operação abre caminho para a venda de 90% das ações ao empresário Gabriel de Alba, da GDA Luma, futuro investidor do clube.
Por Bárbara Mendonça e Rafael Bizarelo em 2026-10-26
A Eagle Bidco, empresa de John Textor, não exerceu o direito de preferência para comprar 49% das novas ações da SAF do Botafogo, abrindo caminho para o clube social chegar a 99% de participação acionária. Com a diluição da Eagle, a venda da SAF ao empresário Gabriel de Alba poderá ocorrer de forma simplificada, apenas com transferência das ações. Textor disputa a titularidade das ações na Justiça e tentará homologar no STJ sentença favorável obtida nos Estados Unidos.
A Eagle Bidco não exerceu o direito de preferência sobre 49% das novas ações emitidas pela SAF do Botafogo, e o Botafogo Social deve assumir cerca de 99% da sociedade nos próximos dias. Com isso, o clube se aproxima da venda de 90% da SAF para a GDA Luma, do empresário Gabriel de Alba, que já realiza aportes financeiros e participa das decisões da gestão. A informação foi confirmada pela reportagem do Lance! após publicação em canal na internet.
Por Bárbara Mendonça e Letícia Marques em 2026-10-24
O prazo para a Eagle Bidco exercer o direito de preferência de compra das ações emitidas pela SAF Botafogo termina neste sábado. Caso a empresa de John Textor não adquira as novas ações, ocorrerá sua diluição, deixando o clube social com 99,18% do controle da SAF, o que facilitaria a venda para a GDA Luma, de Gabriel de Alba. O artigo também menciona o próximo jogo do Botafogo contra o Internacional, pelo Campeonato Brasileiro.
Por Diego Garcia e Francisco De Laurentiis em 2026-10-05
O desembargador Luiz Eduardo Canabarro, do Rio de Janeiro, concedeu decisão parcialmente favorável a John Textor na disputa pelo controle da SAF do Botafogo, suspendendo a multa por litigância de má-fé de cerca de R$ 10 milhões e afastando o administrador judicial da condição de depositário das ações do grupo Eagle. Porém, o magistrado manteve as restrições às ações da SAF Botafogo até o julgamento do mérito do recurso. Com isso, Textor recupera espaço na governança do clube, mas não obtém liberdade plena sobre sua participação societária.
O Botafogo anunciou que a Assembleia Geral Extraordinária aprovou o aumento do capital social da SAF alvinegra, com emissão de 200 milhões de novas ações da Classe B, totalizando um aporte de R$ 2 milhões. A medida visa recompor o fluxo de caixa da companhia no contexto da recuperação judicial. Os acionistas Botafogo associativo e Eagle têm 30 dias de direito de preferência para subscrever as novas ações, podendo haver diluição da participação da Eagle.
O Botafogo vive um momento decisivo de engenharia societária: a GDA Luma assinou acordo vinculante de investimentos de US$ 105 milhões, com US$ 50 milhões já ingressados na SAF. Em paralelo, a Justiça do Rio manteve a Assembleia Geral Extraordinária e multou John Textor em pelo menos R$ 10 milhões por litigância de má-fé. O próximo lance é a emissão de 200 milhões de ações a R$ 0,01, que pode diluir a fatia da Eagle caso ela não subscreva.
John Textor afirma que ainda é o dono da SAF do Botafogo e alerta potenciais investidores sobre a compra de "algo inválido". O empresário atacou o clube social alvinegro, alegando que eles buscam o poder de volta e que uma possível revenda de ações seria ilegal. Textor também defendeu a entrada de novos investidores como Evangelos Marinakis e Kia Joorabchian.
John Textor, empresário e dono da SAF do Botafogo, declarou publicamente que não pretende deixar o clube, mesmo diante de contestações sobre a propriedade das ações. Ele afirma ser o controlador de 90% da SAF e está em disputa judicial com a Eagle Bidco, que alega ser a dona das ações. Textor assegura seu compromisso com o Botafogo e a busca por títulos.
John Textor entrou com uma ação judicial contra a Eagle Bidco, alegando que a empresa não cumpriu os termos para a transferência das ações da SAF Botafogo. Segundo Textor, ele ainda detém 90% das ações, e a Eagle não teria o direito de vendê-las. A disputa judicial pode levar à rescisão do acordo de compra e venda.
A Justiça determinou a penhora das ações da 777 Partners na SAF do Vasco, atendendo a um pedido da Matix Capital. Com isso, o Vasco não poderá vender ou dar como garantia essas ações sem autorização judicial prévia, o que impacta negociações em andamento para venda da SAF.
John Textor foi afastado do comando da SAF Botafogo após uma operação de venda de ações e o pedido de recuperação judicial sem anuência dos acionistas. O Tribunal Arbitral da FGV acatou argumentos do grupo Eagle Bidco, liderado por investidores da Ares, que se opôs às manobras do norte-americano.
John Textor propôs injetar US$ 25 milhões na SAF do Botafogo, atrelado à emissão de novas ações e menção a uma empresa nas Ilhas Cayman. O impasse entre a SAF e o clube social persiste, com o banco BTG Pactual, consultor financeiro do associativo, ainda sem emitir parecer. A proposta envolve a transferência de créditos financeiros e participação majoritária em ações, condicionada à aprovação de credores e do clube social.
Empresas ligadas aos artistas Michel Teló e Thaís Fersoza obtiveram vitórias judiciais nos Estados Unidos contra a D32, empresa do ex-goleiro Doni. As ações, iniciadas em 2024, cobram o não pagamento de investimentos imobiliários realizados nos EUA, totalizando US$ 812 mil, valor que ainda não foi devolvido e continua sendo corrigido por juros. Doni alega que a empresa passa por reestruturação societária.
Especialistas em finanças e direito esportivo alertam sobre os desafios estruturais do projeto SAFiel, uma proposta de gestão para o Corinthians inspirada no Bayern de Munique. A iniciativa prevê a venda de ações a torcedores e investidores, com foco em arrecadar fundos para quitar dívidas e modernizar o clube.