Eduardo Salucci, idealizador do projeto SAFiel, detalha uma nova proposta financeira para o Corinthians sair do sufoco imediato. O plano prevê um aporte inicial para quitar pendências como o 'transfer ban', antecipando recursos antes da oferta pública de ações.
A SAFiel apresentou uma nova proposta ao Corinthians, prometendo quitar a Neo Química Arena e o transfer ban da FIFA em troca da assinatura de um memorando de intenções. A proposta visa resolver dívidas urgentes do clube, como a pendência de R$ 550 milhões com a Caixa pela Arena e os R$ 40 milhões ao Santos Laguna pelo jogador Félix Torres. A iniciativa busca transformar o clube em uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), com gestão profissional e participação dos torcedores na compra de ações.
O artigo de Juca Kfouri apresenta um cenário idealizado para o torcedor corintiano, onde a Volkswagen patrocinaria o clube, quitando dívidas e livrando-o de apostas. A matéria, porém, contrapõe o sonho à dura realidade de descredibilidade e problemas financeiros enfrentados pelo Corinthians há anos, sugerindo a luta por uma intervenção judicial e a ideia de SAFiel.
O Corinthians realizará uma audiência pública para debater a inclusão da SAF em seu estatuto, com o grupo SAFiel tendo prioridade de fala. O grupo, que propõe a conversão do futebol corintiano em modelo empresarial, poderá ter tempo ampliado para apresentar sua proposta. A audiência, de caráter consultivo, pode moldar o texto final do estatuto a ser votado em breve.
A coluna de Juca Kfouri alerta para a insatisfação da torcida do Corinthians com a dívida bilionária do clube. O autor sugere que a mobilização dos torcedores, inspirada em casos de Bahia e Racing, pode forçar mudanças na gestão e salvar o clube de sua atual situação.
A diretoria do Corinthians está organizando uma reunião com representantes da SAFiel para a próxima semana, com o objetivo principal de assinar um Memorando de Entendimentos (MoU). Este encontro ganhou urgência após a cobrança de torcidas organizadas para que o clube avalie projetos de governança. Paralelamente, busca-se identificar potenciais investidores e realizar um diagnóstico financeiro.
O artigo detalha um dia no Corinthians, com destaque para a estreia do jovem Gui Negão no time titular e a busca por uma vaga na Libertadores de 2026. Paralelamente, o clube avança nas negociações para a implementação da SAFiel e a reforma do Estatuto.
Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, lamenta o pedido do Conselho de Orientação (Cori) para cancelar a votação da reforma estatutária. Ele critica a falta de sugestões construtivas do Cori e defende os avanços necessários para o clube, enquanto o Cori alega "ilegalidades" no processo. A matéria também aborda questões relacionadas à SAFiel e ao empresário Maurício Chamati.
Walter Casagrande, em análise no UOL News Esporte, critica a diretoria do Corinthians por cogitar a contratação de Michael, do Flamengo, em 2026, considerando a situação financeira delicada do clube e o impedimento de registrar novos jogadores pela Fifa. O comentarista defende o projeto SAFiel como uma solução para a recuperação financeira e aborda outras questões do futebol brasileiro.
Uma reforma estatutária no Corinthians envolvendo a proposta da SAFiel está gerando um conflito interno significativo. Conselheiros criticam a falta de tempo para debater o projeto, ameaçando levá-lo à justiça. Questões de compliance sobre um dos idealizadores da SAFiel também adicionam complexidade à situação.
O futuro da SAFiel, projeto de transformação do Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol, está sob análise do presidente Osmar Stábile. Após alertas do compliance sobre um dos sócios e a empresa Invasão Fiel S.A., Stábile, que discorda do modelo financeiro, não prioriza a aprovação do projeto neste momento.
A SAFiel, projeto de sociedade anônima do futebol do Corinthians, emitiu nota oficial para rebater 'red flags' levantadas pelo compliance do clube. As principais preocupações giram em torno do baixo capital social da empresa Invasão Fiel S.A. e do envolvimento de um de seus idealizadores em processos judiciais arquivados e em relações com antigas gestões do clube. A SAFiel defende a transparência e a legalidade de seu projeto, buscando o diálogo para esclarecer as dúvidas.
O colunista Juca Kfouri, em sua análise no Posse de Bola, defende a proposta da SAFiel como a melhor solução para a crise financeira do Corinthians. Ele critica a gestão do clube e aponta a necessidade urgente de uma reestruturação financeira para evitar o rebaixamento e o endividamento.
O departamento de compliance do Corinthians identificou 'sinais de alerta' em uma proposta de transformação do clube em SAF (Sociedade Anônima do Futebol), conhecida como SAFiel. Recomendou-se à diretoria que não assine a proposta antes que dúvidas importantes sejam esclarecidas.
O setor de compliance do Corinthians levantou preocupações sobre a SAFiel, uma proposta de transformar o clube em Sociedade Anônima do Futebol. Questões sobre a fundação recente, capital social baixo e participação de um sócio com acesso a informações confidenciais foram apontadas. A SAFiel prevê a captação de até R$ 2,5 bilhões para reestruturação financeira e investimentos.
O Corinthians se prepara para uma maratona de cinco jogos em aproximadamente 20 dias, com foco na semifinal da Copa do Brasil contra o Cruzeiro e o clássico contra o São Paulo. A equipe busca melhorar sua posição no Brasileirão e lida com a indefinição sobre o futuro do jogador Fagner e as discussões sobre a SAFiel.
Maurício Chamati, um dos idealizadores da SAFiel, teve acesso a dados financeiros sigilosos do Corinthians enquanto participava do "Comitê Independente de Finanças" do clube. Apesar de ter assinado um termo de confidencialidade, o período em que teve acesso a essas informações gerou desconfiança sobre o uso de dados sensíveis para benefício do projeto da SAFiel. O compliance do clube não viu conflito de interesse, mas apontou "red flags" devido ao histórico de Chamati.
O grupo SAFiel, que idealiza a Sociedade Anônima do Futebol no Corinthians, solicitou apoio da torcida organizada Gaviões da Fiel para conseguir um encontro com os conselheiros do clube. O objetivo é apresentar a proposta antes da votação sobre a reforma estatutária, que os idealizadores consideram um entrave para o projeto. A Gaviões da Fiel demonstrou preocupação com a manutenção de ingressos populares e a identidade do clube.
Maurício Chamati, um dos fundadores do projeto SAFiel, teve acesso a dados financeiros sigilosos do Corinthians enquanto participava do Comitê Independente de Finanças do clube. Apesar de ter assinado um termo de confidencialidade, sua relação com o comitê gera desconfiança sobre o uso de informações sensíveis. O compliance do clube não identificou conflito de interesse, mas alertou para questões como envolvimento com empresas condenadas e um processo por estelionato.
Os idealizadores do projeto SAFiel apresentaram a proposta de transformar o Corinthians em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ao Conselho Deliberativo dos Gaviões da Fiel. A torcida organizada manifestou preocupações sobre autonomia e transparência, enquanto os idealizadores se comprometeram a manter o diálogo aberto. O projeto visa arrecadar R$ 2,5 bilhões para quitar dívidas e investir no clube, com torcedores como acionistas.