Um grupo de conselheiros e associados do Corinthians protocolou um novo pedido de impeachment contra o presidente Osmar Stabile. As acusações envolvem supostas irregularidades em contratações de empresas de segurança e controle de acesso, como a Mega Assessoria Operacional e a Bear Security Ltda., que teriam prestado serviços sem contrato formal e com possíveis conflitos de interesse.
A 777 Carioca, subsidiária da 777 Partners, entrou com uma interpelação judicial contra o empresário Marcos Lamacchia para impedir a venda da SAF do Vasco. A empresa alega que seria ilegal a revenda da SAF, pois ainda se considera dona de 70% das ações, enquanto o clube argumenta que a 777 possui apenas 31%, tornando-a minoria.
O Ministério Público de São Paulo identificou contradições em depoimentos sobre a contratação da empresa Mega Assessoria Operacional pelo Corinthians. A investigação apura divergências sobre quem autorizou a contratação emergencial e o vínculo de Fernando José da Silva com o clube e a empresa.
O artigo discute a reforma da Lei da SAF, especificamente a possibilidade de ligas de futebol serem constituídas como Sociedades Anônimas do Futebol (SAF). A inclusão dessa permissão, defendida por parlamentares e demandada pelo ambiente do futebol, visa fortalecer o cenário esportivo nacional através de uma organização mais empresarial e competitiva.
O artigo discute a pertinência das vaias direcionadas ao Palmeiras após uma derrota em casa, apesar do retrospecto vitorioso do clube. A autora contesta essa manifestação, argumentando que a atitude se assemelha mais a de um 'cliente' insatisfeito do que de um torcedor genuíno, especialmente considerando o sucesso recente da equipe e sua liderança no campeonato.
O São Paulo FC abriu concorrência no mercado para renegociar o contrato de venda de ingressos dos seus jogos. O clube, que tem vínculo com a Total Acesso até o fim deste ano, já recebeu propostas de outras empresas e avaliará a possibilidade de renovação com a atual parceira. A diretoria busca valores atualizados e avanços operacionais no acordo comercial.
O Ministério Público de São Paulo abriu um procedimento investigatório criminal para apurar a contratação de uma empresa de segurança pelo Corinthians sem contrato formal e com possíveis irregularidades. A investigação aponta crimes como furto de valores, falsidade ideológica e infrações tributárias.
O dono do Cruzeiro, Pedro Lourenço, teve um faturamento bilionário em 2025 com sua rede de supermercados, superando em 41 vezes a receita operacional líquida do clube. Enquanto a empresa do empresário acumulou mais de R$ 25 bilhões, o Cruzeiro registrou R$ 599,17 milhões, impulsionado por patrocínios e direitos de transmissão. Apesar do aumento de receita, a dívida geral do clube também cresceu para R$ 1,15 bilhão.
Lionel Messi e a Associação do Futebol Argentino (AFA) foram processados por uma empresa americana, a VID Music Group, por suposta ausência em um amistoso da seleção argentina nos EUA. A empresa alega que a não participação do craque nos jogos afetou a receita e o público, infringindo os termos contratuais.
Uma falha operacional da empresa Tafner Solutions Ltda. levou o Conselho do São Paulo a repetir a votação do balanço financeiro de 2025. A votação deveria ter sido aberta, mas foi registrada como secreta, impedindo a individualização dos votos. A nova votação ocorrerá com quórum de maioria simples.
O São Paulo Futebol Clube entrou com uma ação judicial contra a empresa Milclean Comércio e Serviços, cobrando R$ 1 milhão por descumprimento de contrato. O clube alega que a empresa não disponibilizou o número mínimo de funcionários para limpeza e conservação de seu complexo social, gerando prejuízos milionários e má-fé. Tentativas de acordo extrajudicial fracassaram, levando à rescisão contratual e disputa judicial.
A Justiça determinou que o São Paulo não retire estruturas da FGoal do Morumbis, atendendo a um pedido da empresa de alimentação. O clube tentou remover os materiais após o fim do prazo de desocupação, alegando irregularidades contratuais. A FGoal, por sua vez, busca o cumprimento do aviso prévio e indenização.
A empresa FGoal retirou uma ação judicial milionária contra o São Paulo após a rescisão de um contrato de fornecimento de alimentos e bebidas no Morumbis. A FGoal alegava prejuízos de R$ 5,19 milhões e motivou política, enquanto o clube argumentou saques indevidos. A Justiça negou um pedido liminar da empresa, que posteriormente desistiu da causa.
A gestão do ex-presidente do São Paulo, Julio Casares, concedeu exclusividade para exploração de alimentos e bebidas no Morumbi à empresa FGoal Marketing e Eventos, apesar de alertas do departamento jurídico sobre a falta de experiência e lastro financeiro da companhia. O contrato foi posteriormente rescindido pelo clube após a identificação de saques não autorizados, levando a FGoal a processar o São Paulo por R$ 5 milhões.
O Santos FC fechou um acordo de exclusividade com a SDC Sports LLC para negociações de uma possível SAF. A empresa, com aporte da família Santo Domingo, busca gerir clubes de futebol de forma unificada e estratégica.
O ex-jogador Zé Roberto esclareceu seu envolvimento na negociação da SAF do São Bento, afirmando nunca ter tido interesse direto na compra do clube. Ele explicou que seu nome foi utilizado por uma empresa de agenciamento de jogadores, onde atuava como mentor, para promover a proposta de investimento. Zé Roberto ressaltou que não investiu no clube e não tem pretensão de fazê-lo.
John Textor reassumiu a liderança da Eagle Football Holdings, empresa que controla o Botafogo, Lyon e RWDM Brussels, após ter seu afastamento oficializado. A decisão ocorre em meio a uma disputa pelo controle do conselho administrativo da Eagle Bidco, onde Textor acusa a empresa Ares de agir sem fundamentos legais.
A matéria aborda uma disputa de poder pela Eagle Bidco, empresa que detém a maior parte das ações da SAF Botafogo, entre John Textor e a Ares Capital Corp. A briga se manifesta através de nomeações e saídas de diretores registradas em um órgão público inglês, refletindo a complexidade e a intensidade do conflito.
John Textor reassumiu o comando da Eagle, empresa que controla o Botafogo e outros clubes, após uma disputa com o fundo de investimentos Ares. A formalização ocorreu no registro oficial britânico, validando o controle do empresário sobre a rede de clubes. A briga se intensificou com a demissão de diretores por Textor, que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para o Botafogo e da gestão de dívidas.
O Ministério Público de São Paulo ampliou as investigações sobre irregularidades financeiras na gestão do Corinthians entre 2021 e 2023. O atual diretor jurídico do clube, Pedro Luis Soares, foi citado como contador de uma empresa investigada por emitir notas fiscais frias para justificar gastos irregulares. A empresa em questão é a "Centro Automotivo Skapneu LTDA", uma oficina mecânica ativa desde 2005.