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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: O artigo apresenta a perspectiva do clube e a sua discordância com a 777, posicionando o Vasco como vítima da disputa.

Viés da Menção (Score: 0.2)

777

Motivo: A 777 é retratada como uma empresa que busca impedir a venda por motivos questionáveis e com argumentos legais contestados pelo clube.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco SAF 777 Partners 777 Carioca Marcos Lamacchia Josh Wander Steven Pasko Jill Gettman A-CAP

Conteúdo Original

"Protesto da torcida é válido": Sergio Santana analisa clima em Vasco x Barracas A 777 Carioca, empresa subsidiária da 777 Partners, ex-controladora do Vasco , entrou com uma interpelação judicial para impedir a venda da SAF do clube ao empresário Marcos Lamacchia. O clube tem acordo encaminhado com o executivo para a transferência de 90% dos ativos do departamento de futebol. + Renato blinda elenco do Vasco, e jogo contra Atlético-MG ganha peso antes da Copa do Mundo Não há processo. A ação foi encaminhada diretamente para Marcos Lamacchia e serve como uma espécie de "aviso". A 777 Carioca argumenta que seria ilegal uma eventual revenda da empresa que comanda o futebol vascaíno. A empresa americana alega que ainda é dona de 70% das ações do Vasco, sendo que 39% delas estão subscritas, e que "não há controvérsia entre as partes sobre a titularidade as ações no procedimento arbitral". Mas o jurídico do Vasco discorda do argumento. De acordo com o clube, a 777 possui somente 31% das ações da SAF. Por isso, a empresa americana é sócia minoritária e não teria poder para impedir uma revenda. 1 de 2 Josh Wander, sócio-fundador da 777 Partners, visita o Vasco — Foto: Daniel Ramalho / CRVG Josh Wander, sócio-fundador da 777 Partners, visita o Vasco — Foto: Daniel Ramalho / CRVG A ação é assinada por Jill Gettman, diretora jurídica da A-CAP, seguradora que passou a gerir a 777 por ser a maior credora da empresa fundada por Josh Wander e Steven Pasko. No documento, a empresa americana diz que "restaurados os efeitos do contrato, realizará tempestivamente os aportes que foram suspensos pelo Poder Judiciário do Rio de Janeiro". + Rival do Vasco, Medellín não terá público na Sula por confusão contra o Flamengo; conheça o time Desde o dia 15 de maio de 2024, os efeitos do contrato entre o Vasco e a 777 Partners estão suspensos, e o clube associativo assumiu a gestão da SAF. A empresa americana recorreu da decisão, até agora sem sucesso. Na ação da última quarta-feira, a 777 afirma que Marcos Lamacchia está negociando com o clube sem ter "ciência dos fatos" e que as conversas acontecem sob "premissas equivocadas". "E caso o Sr. Marcos pratique tais atos mesmo ciente dos fatos ora relatados, estará configurada sua má-fé e a 777 Carioca desde já informa que adotará todas as medidas cabíveis para impedir a prática desses atos, cessar seus efeitos, os invalidar e responsabilizar o Sr. Marcos por todos os prejuízos causados a ela." , afirma um dos trechos. Um dos argumentos usados pela 777 Carioca para sustentar a argumentação é o seguro-garantia. Na ação, a empresa garante que ofereceu ao Vasco a contratação de um seguro para a devolução do controle da SAF, mas o clube ignorou. 2 de 2 777 Carioca coloca Vasco na Justiça — Foto: Reprodução 777 Carioca coloca Vasco na Justiça — Foto: Reprodução + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Vasco no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Vasco 🎧 Ouça o podcast GE Vasco 🎧 Assista tudo sobre o Vasco no ge, na Globo e no SporTV: 50 vídeos