A Fifa suspendeu a revenda de ingressos para a Copa do Mundo em Toronto devido a uma nova lei provincial em Ontário que proíbe a venda de ingressos acima do valor de face. A medida afeta diversos jogos no estádio BMO Field, visando combater o cambismo e proteger consumidores de preços abusivos.
A final da Copa do Mundo de 2026 pode ter ingressos sendo revendidos por valores exorbitantes, chegando a R$ 11,5 milhões por unidade em plataformas ligadas à Fifa. Esses preços contrastam fortemente com os valores oficiais, evidenciando um mercado secundário inflacionado.
A Copa do Mundo de 2026 apresenta preços de ingressos exorbitantes, com valores que se aproximam de R$ 1 milhão na revenda oficial e superam 118 vezes o valor previsto no dossiê de candidatura. O aumento, especialmente para a final e jogos da seleção brasileira, contrasta com a promessa da FIFA de reverter lucros para o futebol de base, gerando críticas e polêmicas sobre acessibilidade.
Oito pessoas foram presas no Marrocos sob suspeita de revender ingressos para a Copa Africana de Nações (CAN) a preços inflacionados. A polícia detectou ofertas em redes sociais, levando a uma operação em várias cidades. O incidente ocorreu em meio a uma partida com capacidade inferior à anunciada.
O São Paulo planeja mudar seu perfil de contratação para 2026, priorizando jogadores mais jovens. A decisão visa mitigar os problemas causados por lesões em 2025 e explorar o potencial de revenda dos atletas em meio à crise financeira do clube. A estratégia, porém, manterá a busca por empréstimos e jogadores livres no mercado.