John Textor, proprietário da SAF do Botafogo, busca reverter uma crise financeira e o transfer ban através de aportes de R$ 264 milhões, provenientes de uma operação complexa envolvendo a gestora GDA Luma, especializada em ativos estressados. A operação visa resolver a briga pelo controle acionário da Eagle, empresa de Textor, e sanar o passivo do clube, avaliado em R$ 1,5 bilhão.
John Textor foi afastado do cargo de diretor da Eagle Football Holdings pela investidora Ares. Apesar da demissão, Textor mantém o controle do Botafogo devido a uma liminar judicial. A decisão da Ares ocorre após o afastamento de outros dois diretores e um histórico de descontentamento com os investimentos de Textor, incluindo um empréstimo não quitado para a compra do Lyon.
O Botafogo quitou dois meses de direitos de imagem atrasados do elenco, ficando em dia com os salários. Apesar da regularização, o clube ainda possui débitos de FGTS e enfrenta uma crise externa com transfer ban da Fifa e disputa judicial envolvendo John Textor e o fundo Ares.
O fundo Ares afastou John Textor do comando da Eagle, empresa controladora de clubes como o Botafogo. A decisão ocorre após Textor demitir diretores que discordavam de seu modelo de aporte financeiro para quitar dívidas do clube brasileiro. Apesar do afastamento na Eagle, Textor mantém o controle do Botafogo por meio de uma liminar.
Investidores e a presidente do Lyon, Michele Kang, deixaram o conselho da Eagle Football Holdings, empresa de John Textor. A ruptura ocorre em meio a disputas por ações do Botafogo e do clube francês com a credora Ares. Apesar da saída do conselho, Kang permanece na liderança do Lyon.