Desde a criação da SAF em 2021, o Botafogo tem visto sua dívida aumentar expressivamente, chegando a cerca de R$ 1 milhão por dia. Após um ano de sucesso em 2024, o clube sofre financeiramente em 2025, com um transferban ativo e a possibilidade de recuperação judicial.
Mauro Cezar Pereira, em análise para o Canal UOL, aponta a má gestão como principal fator para a inferioridade do Vasco em relação ao Flamengo. Ele destaca a recuperação judicial e as práticas financeiras controversas do clube cruz-maltino como causas para o desempenho ruim em campo, em contraste com a organização e solidez do rival.
O artigo discute a dualidade do Corinthians em ser campeão da Copa do Brasil enquanto enfrenta uma crise financeira que pode levar à recuperação judicial. Apesar da necessidade de sacrifícios, a gestão atual montou um time competitivo, mas o desafio futuro será manter essa força com gastos menores.
A matéria analisa o impacto da premiação da Copa do Brasil nas dívidas milionárias de Vasco e Corinthians. Apesar dos valores elevados, especialistas apontam que o dinheiro é insuficiente para reestruturar as finanças dos clubes e pode ser mal utilizado em contratações, perpetuando o ciclo de endividamento.
Credores do Paraná Clube chegaram a um acordo e aprovaram o terceiro modificativo do plano de Recuperação Judicial. A aprovação do plano pela juíza Mariana Gusso deixará o clube mais próximo de vender a SAF para a Nextplay, com pagamento dos credores condicionado à venda de ativos.
O Sport Recife iniciou o pagamento de acordos trabalhistas referentes à sua Recuperação Judicial. Mais de 160 credores, incluindo funcionários e ex-funcionários, receberam a primeira parcela de seus débitos. O plano de recuperação judicial também abrange outras categorias de credores, com pagamentos programados conforme as condições aprovadas.
Credores do Paraná Clube aprovaram um novo plano de Recuperação Judicial que prevê a venda da SAF e da sede do clube por meio de leilão, uma medida inédita no futebol brasileiro. A decisão desagradou o clube e a única empresa com proposta de compra, a Nextplay Holding SA, retirou sua oferta, aumentando o risco de falência.
Uma decisão do STJ limitou o acesso de associações sem fins lucrativos à recuperação judicial, gerando debate sobre o futuro de clubes de futebol que operam nesse modelo. A medida, embora sem efeito vinculante, pode influenciar casos semelhantes e reforça a Lei da SAF como alternativa mais segura para reestruturação financeira.
O Flamengo apresentou propostas à CBF para o Fair Play Financeiro no futebol brasileiro, com destaque para a proibição do gramado sintético e restrições para clubes em Recuperação Judicial. O clube defende um futebol mais sustentável e justo, abordando questões como custos de elenco e sanções eficazes.
O Flamengo propôs o fim dos gramados sintéticos no futebol brasileiro, alegando desequilíbrio financeiro e prejuízos à saúde dos atletas. Além disso, o clube sugeriu restrições a times em recuperação judicial e um controle mais rigoroso dos custos totais do elenco.
O Vasco da Gama demonstra capacidade de contratação de jogadores, mesmo em meio a um processo de Recuperação Judicial que abrange R$ 700 milhões em dívidas. A estratégia envolve a inclusão de empréstimos e luvas como custos operacionais e a antecipação de recebíveis, com a aprovação da Justiça e a adesão de grande parte dos credores.
O Vasco avança na Recuperação Judicial com reforços estratégicos e foco em vendas de jovens. O clube busca equilibrar o orçamento com contratações por empréstimo e luvas, mantendo responsabilidade financeira sob supervisão judicial. A projeção inclui a venda de Rayan para quitar dívidas e manter o planejamento.