A Receita Federal acatou uma ação do Ministério Público de São Paulo que investiga o Corinthians por possíveis irregularidades fiscais. A investigação abrange gestões entre 2018 e 2023 e pode resultar na perda de isenções fiscais para o clube, além de multas e cobranças retroativas.
O Ministério Público de São Paulo acionou a Receita Federal com uma representação solicitando investigação fiscal contra o Corinthians. A ação aponta suspeitas de irregularidades em movimentações financeiras e registros contábeis, o que pode levar à perda de benefícios fiscais para o clube. A defesa de Andrés Sánchez alega que os valores se referem a despesas com segurança e atividades diversas do clube.
O Corinthians fechou um acordo fiscal com a Receita Federal que resultará em uma redução de aproximadamente R$ 180 milhões em sua dívida tributária. O débito bruto de R$ 1,2 bilhão, que incluía parcelamentos anteriores, caiu para R$ 679 milhões após a adesão a um novo programa com descontos em multas e juros.
O Corinthians obteve uma vitória judicial significativa ao se livrar de uma multa de aproximadamente R$ 400 milhões aplicada pela Receita Federal. Embora o valor não estivesse previsto nas finanças do clube, o resultado é celebrado pelos departamentos financeiro e jurídico como um alívio de um potencial passivo considerável.
O Santos regularizou suas certidões fiscais e trabalhistas, obtendo a Certidão Negativa de Débitos e a Certidão de Regularidade do FGTS. Essa regularização permitirá ao clube participar de projetos via Leis de Incentivo em 2026, especialmente para o futebol de base. Paralelamente, o time foca no calendário esportivo do próximo ano, que inclui quatro competições.
O São Paulo suspendeu o pagamento de impostos federais após identificar valores pagos a mais em decorrência de mudanças na legislação tributária. O clube solicitou revisão à Receita Federal e já teria um crédito de R$ 20 milhões reconhecido, com expectativa de aumento.