O Palmeiras descartou recorrer à linha de crédito do Governo Federal criada para reduzir os impactos do veto às casas de apostas no futebol brasileiro. O clube argumenta que não precisa dos recursos do BNDES por manter contas equilibradas, com arrecadação recorde de R$ 1,783 bilhão e superávit de R$ 292,4 milhões em 2025. A principal preocupação é o contrato com a Sportingbet, que responde por até 12% da receita, e o Verdão deve se unir a outros clubes para buscar alternativas e acompanhar a tramitação da Medida Provisória no Congresso.
O governo federal negocia um programa de crédito de até R$ 20 bilhões para refinanciar dívidas de clubes de futebol e SAFs, chamado de Programa Nacional de Reestruturação Financeira do Futebol Profissional. O plano ganhou urgência após a Medida Provisória que proíbe casas de apostas online (bets), cuja saída deve causar prejuízo estimado de R$ 1 bilhão anual em patrocínios. Os empréstimos seriam via BNDES e bancos habilitados, com uso restrito a dívidas e investimentos, sem assumir risco pela União.
O Conselho Deliberativo do São Paulo Futebol Clube analisará a aprovação de dois contratos de empréstimo que somam R$ 74 milhões. Os empréstimos, um de R$ 30 milhões com o banco Daycoval e outro de R$ 44 milhões com o banco Tricury, visam o incremento do fluxo de caixa.
O ex-presidente do Corinthians, Duílio Monteiro Alves, tornou-se réu após a Justiça de São Paulo aceitar a denúncia do Ministério Público por apropriação indébita. Ele é acusado de usar o cartão de crédito do clube para despesas pessoais, totalizando R$ 41.822,62, e o ex-gerente financeiro Roberto Gavioli também virou réu no caso.
O São Paulo suspendeu o pagamento de impostos federais após identificar valores pagos a mais em decorrência de mudanças na legislação tributária. O clube solicitou revisão à Receita Federal e já teria um crédito de R$ 20 milhões reconhecido, com expectativa de aumento.