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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Senegal é campeão africano com toda justiça do mundo Juca Kfouri Colunista do UOL 18/01/2026 18h56 Deixe seu comentário Pape Gueye, do Senegal, comemora gol contra Marrocos, pela final da Copa Africana de Nações Imagem: Abdel Majid BZIOUAT / AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Marrocos recebeu Senegal para decidir a Copa Africana das Nações e tinha certeza do título. Mas se não fosse por três extraordinárias defesas de Bono teria perdido durante os 90 minutos, quando Mendi teve de fazer apenas uma defesa, ao pegar no último minuto, pênalti inexistente e cobrado por Brahim Díaz de cavadinha no meio do gol, algo tão esdrúxulo que pareceu de propósito para compensar o erro da arbitragem. Lembremos: Díaz nasceu na Espanha e foi convencido pela família marroquina a jogar pela seleção dos pais. Juca Kfouri Bidon acaba com a festa tricolor pós-impeachment José Roberto de Toledo Lula é favorito segundo as pesquisas? Não é bem isso Milly Lacombe Só o racismo explica a fúria da vaia que Vini Jr. levou Michelle Prazeres Não é verdade que basta se organizar para ter tempo Os protestos senegalescos levaram o time de volta ao vestiário, como abandono de campo, o que poderia causar a expulsão do time da Copa do Mundo de 2026. Cabeça no lugar, Sadio Mané convenceu seus companheiros a voltar e não poderia ter sido mais feliz. Marrocos perdeu o pênalti e a prorrogação começou com gol de Senegal, de Guye, volante do Everton: 1 a 0, num golaço, em jogada iniciada por Mané no meio de campo, de calcanhar. Marrocos buscava em casa o segundo título, depois de 50 anos. Senegal também, mas campeão em 2021. Chovia em Rabat quando começou o segundo tempo da prorrogação e cabia aos marroquinos, primeiros adversários do Brasil na Copa-26, tentar a reação. Continua após a publicidade Aos 107 o travessão de Senegal salvou gol contra e a final virou um drama, com Bono, em seguida, fazendo milagre para evitar o 2 a 0, cinco defesas fundamentais. Sadio Mané comandava sua seleção com maestria e colhia os frutos de sua liderança ao trazê-la de volta mesmo diante da tremenda injustiça que seria perder com pênalti inexistente. A taça vai para quem mais a mereceu e é incomensurável a frustração marroquina. Sádico, o assoprador de apito deu mais três minutos depois do 120°. Mas o que é dos homens os bichos não comem. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Wagner Moura diz que 'O Agente Secreto' não existiria sem Bolsonaro UE prepara tarifas de 93 bilhões de euros em retaliação às ameaças de Trump Bidon acaba com a festa tricolor depois do impeachment Segunda no Brasil será de tempestades severas; ventos de até 100 km/h no RS Transmissão ao vivo de Vasco x Nova Iguaçu pelo Carioca: veja onde assistir