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Análise dos Times

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Lula Flávio Bolsonaro Grupo Globo Sérgio Moro Jornal Nacional Daniel Vorcaro João Roberto Marinho Renata Lo Prete Frederic Kachar Paulo Tonet

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Só para assinantes Assine UOL Opinião A mulher de César e a Globo Juca Kfouri Colunista do UOL 16/10/2026 18h09 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Imagem: Divulgação/Grupo Globo À mulher de César, você sabe, não basta ser honesta, precisa também parecer honesta. Só depois de revelado pela concorrência que Flávio Bolsonaro almoçou com a cúpula do Grupo Globo hoje, horas antes de ser entrevistado no Jornal Nacional, a empresa emitiu nota reconhecendo o encontro e enfatizando que fazem parte da rotina encontros de cortesia. De fato, fazem. Thais Bilenky Meta admite que IA bloqueou material de Lula Wálter Maierovitch Problema do STF não é estrutura, mas as pessoas Juca Kfouri Os cuidados da Caixa ao negociar com o Corinthians Rômulo Mendonça Empate do Fla perdeu para a festa do Vorcaro E é até possível que o almoço estivesse marcado ainda antes do sorteio das entrevistas que indicou a de Lula, para ontem, e a de Bolsonaro, para hoje. Mas, se foi assim, de duas uma: ou deveria ter sido desmarcado ou, ao menos, informado antes pela própria Globo. O encontro se deu entre o candidato, João Roberto Marinho e Paulo Tonet, vice-presidente de relações institucionais. Marinho é simplesmente presidente do Grupo Globo, presidente do Conselho Administrativo, presidente do Conselho Editorial e do Comitê Institucional do Grupo Globo. Ontem o comportamento da jornalista Renata Lo Prete foi exemplar, em golaço do jornalismo, pela firmeza e qualidade das perguntas, sem concessões, e pela elegância. Mas também ontem a Globo anunciou a demissão de alto executivo do grupo, diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio, Frederic Kachar, por relacionamento espúrio com o mafioso Daniel Vorcaro, batom cujas marcas cueca alguma gostaria de ostentar. Continua após a publicidade Impossível querer que o cidadão comum não associe o almoço à entrevista e à demissão de alguém com relações íntimas com quem financiou o filme do pai de Flávio Bolsonaro. Tudo parece imenso lamaçal em que o cidadão eleitor, leitor e telespectador, não passa de alguém a ser tratado feito trouxa. A Globo fez o que fez ao apoiar o golpe de 1964, ao manipular o debate entre Collor e Lula, em 1989, ao pedir desculpas e fazer autocrítica, mas parece o escorpião cujo DNA é incontrolável, porque depois rendeu-se ao farsante Sérgio Moro, o Powerpoint da Globonews etc etc etc. Pena. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Zanin vai relatar pedido do PSD para ter 2º turno no Rio entre Paes e Ruas Resumo da novela A Nobreza do Amor da semana: capítulos de 17/10 a 24/10 'Globo tá com raiva de mim', diz Lula após almoço de Flávio na emissora Maiara fica chocada ao descobrir nome de Roberta Miranda: 'Engana o Brasil' Delator diz que tentou resgatar dinheiro de Vorcaro enviado para Dark Horse