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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: A matéria usa o amistoso da seleção brasileira como gancho para explicar a lei do blecaute, mostrando como o evento escapa da regra, o que sugere um leve foco no time. A narrativa é informativa e não diretamente elogiosa.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: A análise da lei britânica e suas implicações no futebol inglês é apresentada de forma objetiva, descrevendo a regra e seu histórico sem juízo de valor direto sobre os clubes locais.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte 'Blecaute'? Jogo da seleção usa brecha em lei que deixa o futebol às cegas Thiago Arantes Colunista do UOL, em Londres (ING) 11/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira: duelo na Inglaterra entra na lei do blecaute Imagem: Daniel Castelo Branco/Eurasia Sport Images/Getty Images O amistoso entre Brasil e Senegal, marcado para o sábado às 13h (horário de Brasília), escapa de uma lei britânica que há mais de meio século apaga parte do futebol da TV no país. Trata-se do famoso "blecaute das 15h", uma proibição que impede a transmissão ao vivo de partidas entre 14h45 e 17h15 de sábado, no horário local — mas que, neste caso, não se aplica por se tratar de um jogo de Data Fifa, período em que a Premier League e demais competições de primeiro nível estão em recesso. Criada nos anos 1960, a medida nasceu com a intenção de proteger os clubes das divisões inferiores e incentivar o público a comparecer aos estádios, em vez de assistir pela televisão. Juca Kfouri Caso Bruno Henrique: o STJD está de 'parabéns' Thais Bilenky 'Já compraram coxinha?', provoca Janja na COP Josias de Souza Brasil apaixonou-se por equívocos na segurança Sakamoto Negacionistas não creem em tornado no PR A lógica era simples: se todos pudessem ver os grandes jogos da primeira divisão do Campeonato Inglês de graça, menos torcedores iriam aos campos menores apoiar as equipes locais. Mesmo com a revolução digital e o futebol globalizado, o blecaute sobreviveu. Hoje, ele segue impedindo que duelos como Tottenham x Manchester United, West Ham x Burnley ou Everton x Fulham, todos no último sábado, sejam exibidos ao vivo no Reino Unido, enquanto torcedores do resto do mundo assistem normalmente. Richarlison, do Tottenham, e Casemiro, do Manchester United: jogo não foi transmitido na Inglaterra Imagem: Ben STANSALL / AFP A lei também proíbe que esses jogos sejam transmitidos em locais públicos, como pubs e bares, durante o período do blecaute. No entanto, nos últimos anos, a proliferação de streamings e links piratas tem tornado cada vez mais difícil fiscalizar e garantir o cumprimento da regra — uma tarefa praticamente impossível em tempos de transmissões online e redes sociais. O blecaute se aplica não apenas a partidas da primeira divisão do Campeonato Inglês, mas também a jogos da Copa da Liga Inglesa, da FA Cup e de outras ligas de primeira divisão — como os campeonatos Italiano, Espanhol ou Alemão. Assim, um Real Madrid x Barcelona ou um Milan x Inter que caia nesse mesmo horário também não pode ser transmitido na TV britânica. Continua após a publicidade Durante a pandemia de covid-19, a regra chegou a ser suspensa temporariamente, quando os estádios estavam fechados e o público impedido de assistir aos jogos. Naquele período, a Federação Inglesa e a organização da liga autorizaram transmissões de todas as partidas, algo inédito no país. Mas, com o fim das restrições sanitárias, o blecaute voltou a valer em sua forma original. O debate sobre o fim da regra, porém, segue vivo. Clubes, torcedores e emissoras consideram o blecaute um anacronismo que já não se encaixa no consumo moderno de futebol, dominado por plataformas digitais e torcedores globais. Fontes da imprensa britânica indicam que o tema voltará à pauta nas próximas negociações de direitos de TV, a partir da temporada 2028/29. Até lá, o futebol inglês continuará convivendo com seu próprio "apagão" — uma tradição que o amistoso da seleção brasileira, ironicamente, conseguiu driblar. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Boulos deve viajar pelo Brasil com 'banquinha' de serviços do governo Lula Governo prevê sanção e abalo econômico ao declarar facções como terroristas A Fazenda 2025 - Quem você quer salvar do Super Paiol? Verba da COP abasteceu com R$ 4,4 milhões empresa suspeita de propina A Red Bull jogou fora uma chance de Verstappen vencer saindo dos boxes?