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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo destaca a revolta do Flamengo com a decisão do governo, apontando o impacto financeiro e o desequilíbrio competitivo como pontos negativos. A análise de 'dezenas de milhares de reais' reforça o viés negativo.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Corinthians

Principal

Motivo: A preocupação do Corinthians com a decisão é explicitada, com o clube já pensando em adaptações. A receita bruta mencionada aponta para um impacto financeiro relevante, gerando um viés negativo.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Saf

Motivo: O artigo menciona o lobby mobilizado das SAFs e a expectativa de que paguem menos impostos, o que pode ser interpretado como uma vantagem conferida a este modelo pela nova legislação, embora a notícia principal seja a desvantagem para os clubes associativos.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: O Palmeiras é mencionado brevemente como um clube associativo de grande porte que não se manifestou, indicando uma neutralidade na análise.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O São Paulo é mencionado brevemente como um clube associativo de grande porte, indicando uma neutralidade na análise.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

são paulo palmeiras flamengo corinthians red bull bragantino eduardo bandeira de mello governo federal saf ministério da fazenda congresso

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Veto do governo faz SAF pagar menos imposto do que Flamengo e Corinthians Rodrigo Mattos Colunista do UOL 16/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Como clube associativo, Corinthians pagará mais imposto com veto do governo Imagem: Divulgação/Corinthians O governo federal decidiu vetar algumas alterações da lei da reforma tributária que reduziriam impostos sobre SAFs e clubes desportivos sem fins lucrativos. Mas, com essa decisão, as associações de futebol terão de pagar bem mais imposto do que as sociedades anônimas, o que valeria em 2027. A Lei complementar 108 - que estabeleceu a reforma tributária - foi aprovada no Congresso no final do ano com uma equiparação entre clubes e SAFs. Ambos pagariam 5% de imposto sobre a receita bruta. O Ministério da Fazenda determinou três vetos à legislação, que tiraram descontos dados no parlamento tanto para a SAF quanto para as associações. A justificativa do órgão é de que ambas as medidas eram inconstitucionais e contrariavam o interesse público. No caso da SAF, foi vetado por aumento de gasto tributário do governo. No caso dos clubes, foi vetada a equiparação de benefício dado às SAFs. Sakamoto Bolsonaro agora está onde deveria estar Wálter Maierovitch Na Papudinha, Bolsonaro muda para melhor Reinaldo Azevedo Mercado ainda aposta contra Lula nas eleições Carlos Affonso Quando o marketing vira milícia digital? Especialistas ouvidos pelo blog indicaram que, com isso, a carga tributária total de cada modelo ficou assim: 1) clubes associativos - 15,6% (10,6% do novo imposto, mais 5% de INSS) 2) SAFs - 6%. Esses percentuais valeriam só em 2027. Ou seja, o imposto dos clubes subiu mais de 10% em relação à realidade atual. E o imposto da SAF cresceu 1%. Há, no entanto, uma possiblidade de os clubes associativos deduzirem despesas do valor a ser pago, o que pode reduzir a sua carga tributária. Só que não está claro que custos entrariam nesta conta. Certo é que haveria uma carga diferente em até 10% para times que disputam a mesma competição. Os vetos causaram preocupação em clubes-associativos como o Flamengo e Corinthians. Ambos foram os que mais batalharam no Congresso para reduzir a carga tributária. Em contrapartida, as SAFs contam com lobby bem mobilizado, inclusive com manifestações de ligas como a LFU. No Flamengo, a decisão do governo foi recebida com revolta por não ter considerado os efeitos de desequilíbrio competitivo causado na tributação. O temor inicial é de um impacto que pode ser de dezenas de milhares de reais - o clube ainda estuda os efeitos de forma mais precisa. A receita bruta do Flamengo, que seria taxada pelo imposto, foi de R$ 2 bilhões em 2025. A diretoria rubro-negra descarta qualquer transformação em SAF mesmo com essa legislação. Mas reconhece que, se a lei vigorar desta forma, terá de fazer adaptações. Até cogita-se cortes em segmentos deficitários como esportes olímpicos, pois até a receita de lei de incentivo seria tributada. Há uma descrença no clube de que o governo tenha estudado os impactos antes de aplicar os vetos. Continua após a publicidade No Corinthians, a decisão do governo também foi vista com preocupação. Por isso, o clube já começa a pensar no melhor modelo de governança para atender o Alvinegro no futuro, segundo revelou fonte ao blog. Até agora a diretoria do Corinthians sempre foi resistente a mudança de modelo. A receita bruta do Corinthians é na casa de R$ 1 bilhão a depender do ano. Procurado, o Palmeiras, que também tem receita de mais de R$ 1 bilhão, não se manifestou. Outro clube associativo de grande porte é o São Paulo. No Brasileiro da Série A, há 13 clubes associativos, e seis SAFs. O Red Bull Bragantino é uma empresa limitada. Os vetos do governo, no entanto, ainda não são definitivos. A lei vai voltar para o Congresso que pode derruba-los. Ou pode ser negociada uma solução única para a tributação do futebol. O deputado Eduardo Bandeira de Mello (PSB-RJ), que é ex-presidente do Flamengo, entende que ainda há dúvidas sobre a carga tributária da lei. E defende que deve haver uma nova discussão no Congresso. Continua após a publicidade "Em princípio, as SAFs pagariam menos (imposto). Mas isso se os clubes não conseguirem créditos tributários, que estão previstos na lei por descontos de despesas. Os clubes teriam de fazer um estudo tributário para entender," analisou o parlamentar. "O Congresso está em recesso. É bem possível que se consiga uma solução no Congresso para equilibrar isso. Pode ser um PL ou uma MP. Tem tempo porque só valerá em 2027" Questionado pelo blog, o Ministério da Fazenda não respondeu sobre os vetos. Não falou nem sobre o desequilíbrio para times que disputam o mesmo campeonato, nem sobre possível impacto no investimento em esportes olímpicos. Não está claro, inclusive, se a medida vale para clubes só de esportes olímpicos, como o Pinheiros e o Minas Tênis. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Crespo explica Alisson fora, alfineta empresário e revela meta do São Paulo Flávio critica decisão de Moraes, e Michelle agradece agentes da PF BBB 26: esposa de Pedro se pronuncia após exposição de traição: 'Delicado' Jhon Jhon brilha, e Bragantino atropela o Corinthians no Paulistão Paolla Oliveira posta vídeo de ensaio de lingerie e é elogiada: 'Perfeita'