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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Ancelotti trata Neymar como fez em crise com Rivaldo antes de sua Champions Paulo Vinicius Coelho (PVC) Colunista do UOL 30/05/2026 10h56 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti durante entrevista coletiva da seleção na Granja Comary Imagem: Reprodução/YouTube Há uma série de pontos em que pode haver divergência com Carlo Ancelotti. Há quem não convocasse Neymar — este colunista. Ou quem o cortasse agora - eu também. Mas o direito de Ancelotti é manter aquiilo em que acredita, especialmente se a gestão da crise levar ao título mundial. A CBF esperou Neymar chegar à Granja Comary, para não invadir a jurisdição do Santos, que mentia ao chamar a lesão de edema. Assim que recebeu o jogador, levou-o para um exame e teve certeza da gravidade. Evitou o conflito ao fazer um pronunciamento em vez de entrevista coletiva. Pela transparência, conferência de imprensa seria perfeito. Pela gestão da crise, talvez não. Ancelotti treina o time e deixa Neymar ao largo. Mais ou menos como fez com Rivaldo, sobre quem relata em seu livro "O Sonho" ter sido o único brasileiro com quem teve problema. Rivaldo foi informado por Ancelotti que não jogaria uma partida. Não gostou. Ouviu que jogaria a próxima e se surpreendeu ao saber que também ficaria no banco. A Hora Eleitorado muda e abre mercado 'órfão' para direita Julián Fuks Como terminam as relações Celso de Barros Flávio, seus aliados e a decisão de Trump Rodrigo Ratier Você tem o necessário para ser criativo no trabalho? Ancelotti, então, foi surpreendido porque Rivaldo conversou com Silvio Berlusconi sobre a situação. Sem escândalo e sem alarde, sem revanchismo, nem castigo, Ancelotti seguiu seu trabalho. Ganhou a Champions com Shevchenko e Inzagui, Rui Costa como ponta-de-lança. Na finalíssima, Rivaldo estava no banco. Hoje, os dois se dão super bem. Zero resquício da crise. Rivaldo tem a honra de ter vencido sua única Champions pelo Milan, de Ancelotti. O Mister tem o orgulho de ter sido técnico de Rivaldo, não em seu melhor momento de carreira. Se Neymar vai jogar, problema de Neymar. O de Ancelotti é montar o time e levá-lo o mais longe possível na Copa do Mundo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Paulo Vinicius Coelho (PVC) por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Retranca feroz do Arsenal castigada nos pênaltis. PSG ganha bi da Champions Governo de São Paulo investiga caso suspeito de ebola em paciente Magalhães perde pênalti decisivo, PSG bate Arsenal e fatura bi da Champions PSG é bicampeão da Champions com pênalti perdido por Gabriel Magalhães Tiroteio na estação São Bento do Metrô deixa cinco baleados em SP