O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.