O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão do ex-diretor de tecnologia Marcelo Munhoes pode configurar tentativa de intimidação de testemunhas. Mendonça é acusado de apropriação indébita agravada e furto qualificado, em investigação sobre desaparecimento de materiais esportivos da Nike no clube. A defesa do dirigente classificou o pedido como abusivo e alegou suspeição do promotor Cássio Conserino.
O Santos classificou como 'leviana e fantasiosa' ação judicial movida pelo ex-jogador da base Tairon Trajano, que cobra cerca de R$ 104 milhões do clube na Justiça de São Paulo. O clube alega prescrição, má-fé e nega ter prejudicado a carreira do atleta, que diz ter sofrido lesões e abandonado pelo clube quando ainda era adolescente. O processo foi enviado às Varas do Trabalho em decisões iniciais.
O Corinthians anunciou que cumprirá a liminar da Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça de São Paulo que suspende o contrato de patrocínio com a Fatal Fans, empresa de conteúdo adulto. A decisão determina a retirada ou cobertura da marca nos uniformes, espaços esportivos e canais digitais do clube em até 15 dias, além da adoção de mecanismos de verificação de idade. O clube afirmou que apresentará sua defesa no processo e reiterou o compromisso com a proteção de crianças e adolescentes.
A Justiça de São Paulo suspendeu, via liminar, o contrato de patrocínio entre o Corinthians e a Fatal Fans, plataforma de conteúdo adulto vinculada à Fatal Model. A ação civil pública do Ministério Público apontou risco à proteção de crianças e adolescentes, dando prazo de 15 dias para retirada da marca dos uniformes e canais oficiais do clube.