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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: O artigo foca na análise política interna do São Paulo, sem expressar preferência por um lado específico dentro do clube. Relata os fatos de forma equilibrada.

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Palavras-Chave

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Conteúdo Original

Futebol Renovação com New Balance vira prévia das eleições no Conselho do São Paulo Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo 07/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Blusa com símbolo do time de futebol São Paulo Imagem: Divulgação As votações recentes no Conselho Deliberativo do São Paulo passaram a refletir mais do que decisões administrativas — e agora significam força política para as eleições de dezembro. 'Prévias' Na prática, já funcionam como uma espécie de prévia da eleição presidencial prevista para o fim do ano, com blocos políticos cada vez mais definidos , ainda que sem candidatos oficialmente colocados — apesar de alguns nomes já começarem a 'pipocar' nos bastidores, como do próprio presidente Harry Massis Jr. O desenho atual indica uma divisão clara. De um lado, a situação, formada por grupos que sustentaram a gestão de Júlio Casares e que hoje orbitam a administração interina. Juca Kfouri O vento sopra a favor do São Paulo no Uruguai Daniela Lima Flávio busca vice no PP para atrair União Brasil Josias de Souza Alarme da impopularidade toca na campanha de Lula Sakamoto Trump amarelou de novo, mas a barbárie continua Do outro, a oposição, alinhada ao grupo do presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres, e fortalecida por dissidências internas. Nesse cenário, o grupo ligado a Vinícius Pinotti, o Participação, se tornou peça-chave. Sem definição pública sobre candidatura — e com relatos internos de que ele não deve disputar o pleito —, seus aliados tendem a seguir o posicionamento político que vier a ser adotado. Hoje, porém, o grupo já apresenta divisão: uma parte mais próxima da oposição e outra ainda alinhada à situação. Esse arranjo deixa o Conselho fragmentado e, consequentemente, torna as votações cada vez mais equilibradas. A votação envolvendo o contrato com a New Balance ilustra esse momento. Tratada internamente como um dos temas mais relevantes da atual gestão, a tendência é de um placar apertado, mas também liderado por essas duas alas. O histórico recente reforça esse ambiente de pressão. A reprovação do balanço da gestão Casares foi tratada internamente como uma derrota relevante da situação, que vinha articulando a aprovação da pauta e perdeu por mais de 200 votos. Por isso, a votação envolvendo o contrato com a New Balance ganha ainda mais peso. Além do mérito do acordo, o resultado será lido politicamente, fontes avaliam. Uma nova derrota pode aprofundar o desgaste da base e deixar a atual gestão em posição delicada às vésperas da eleição. Continua após a publicidade A votação da renovação de contrato com a fornecedora de material esportivo termina às 17h (de Brasília) de hoje. O quórum é de maioria simples, com 254 conselheiros aptos ao voto. Renovação até 2032 O São Paulo recusou uma proposta da Penalty, que girava em torno de R$ 40 milhões anuais , além de cerca de R$ 15 milhões em luvas por um contrato de quatro anos. A empresa confirmou que apresentou oferta, mas não detalhou as tratativas. Internamente, a avaliação foi de que, apesar dos valores superiores, o acordo teria menor alcance em distribuição e exposição comercial em relação à New Balance. A renovação com a atual fornecedora está encaminhada até 2032 , e o UOL teve acesso à íntegra do contrato. O novo acordo deve elevar a receita anual dos atuais R$ 25 milhões para algo entre R$ 30 e 35 milhões , com possibilidade de crescimento via metas. O clube, por sua vez, sustenta que o valor total pode chegar a até R$ 60 milhões por ano. Continua após a publicidade O acordo prevê um modelo com parte fixa e variáveis atreladas a royalties, agora com piso garantido de R$ 15 milhões. Em 2024, o clube arrecadou cerca de R$ 12 milhões nesse formato, e aproximadamente R$ 14 milhões no ano seguinte. Também estão previstas cláusulas de exclusividade da marca no estado de São Paulo e maior investimento em estratégias de marketing. Outro ponto relevante é a multa rescisória escalonada, que começa em cerca de R$ 200 milhões em 2026 e diminui progressivamente até R$ 50 milhões em 2032 . O contrato ainda prevê aviso prévio de 180 dias para eventual encerramento e pode representar um aumento de até 40% nas receitas totais do clube em relação ao acordo atual. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mistão do São Paulo estreia com vitória sobre Boston River na Sul-Americana Nova versão de PL dos apps atende plataformas, sem corrida mínima de R$ 10 Samira ou Jordana? Parcial da enquete BBB UOL mostra como estão os votos Cruzeiro supera pressão do Barcelona-EQU e vence na estreia da Libertadores Galvão Bueno manda mensagem a Luís Roberto: 'Estarei sempre ao seu lado'