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Análise dos Times

Motivo: Mencionado como um dos resultados esportivos que o autor não acompanhou devido a um evento político.

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Motivo: Mencionado como um dos resultados esportivos que o autor não acompanhou devido a um evento político.

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Motivo: Mencionado como o adversário que venceu o Flamengo, mas com pouca relevância no contexto geral.

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Motivo: Mencionado como o adversário que perdeu para o São Paulo, mas com pouca relevância no contexto geral.

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Porque aqui não teve nem a derrota do Flamengo nem a vitória do São Paulo Juca Kfouri Colunista do UOL 26/10/2025 03h37 Deixe seu comentário Ato ecumênico marca os 50 anos da morte do jornalista Vladimir Herzog na Catedral da Sé, na região central de São Paulo Imagem: 25.out.25 - Fraga Alves/Estadão Contéudo Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Você deve ter estranhado a ausência de comentários no blog sobre a surpreendente, e inaceitável, derrota do Flamengo para o Fortaleza , e a também surpreendente vitória do São Paulo contra o Bahia, Explico: não vi nenhum dos jogos porque fui ao ato ecumênico 50 anos por Vladimir Herzog. Faz 50 anos e lá estavámos, mais de oito mil pessoas, seis dias depois que ele foi assassinado nos porões da ditadura. Mauro Cezar Fla faz jogo constrangedor e vergonhoso Danilo Lavieri Flamengo tropeça na própria preguiça Sylvia Colombo Argentina vota de olho na contenção de danos Josias de Souza Por Collor, AL pediu para Moraes se fazer de bobo Ontem voltamos, e foi lindo. Emocionante. Um banho de cidadania, de democracia, de esperançar por um Brasil melhor. Revigorante. A fala corajosa e verdadeira do rabino Uri Lam. As lembranças do advogado José Carlos Dias, defensor intransigente dos Direitos Humanos, ontem, hoje e sempre. Os aplausos demorados e em pé na Catedral da Sé lotada às menções aos heróis de 1975, Clarice Herzog, Dom Paulo Evaristo Arns, rabino Henry Sobel e reverendo Jaime Whrigth, além do então presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo, Audálio Dantas. Continua após a publicidade O pedido de perdão feito pela atual presidenta da Justiça Militar, Maria Elisabeth Rocha, ovacionada, momento épico da cerimônia. A presença do Estado na figura do presidente em exercício da República, Geraldo Alckmin, com outro belo discurso, O Coro Martin Luther King e seu desempenho sempre comovente. Uma noite histórica. Que os torcedores dos times envolvidos desculpem, mas o sábado foi de revigorar forças por um país mais justo. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora São Paulo vence o Bahia com gol 100 de Luciano e assistência 'mágica' Flamengo se arrisca em busca da liderança, mas tropeça na própria preguiça Professor é suspeito de se masturbar na frente de alunos em escola no CE Mirassol engata a quarta, afunda Sport e se aproxima do Cruzeiro Brasileirão: assista aos gols dos 6 jogos já disputados da 30ª rodada