Alexandre Mattos, diretor executivo de futebol do Santos, criticou o árbitro João Vitor Gobi após o clássico contra o São Paulo. Mattos acusou o juiz de agir de forma 'covarde' ao supostamente xingar um jogador santista e exigiu punição, alegando falta de critério em expulsões e outras decisões.
Colunistas do UOL Esporte debatem a falta de critério nas decisões do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), levantando preocupações sobre a possibilidade de interferência em resultados do Campeonato Brasileiro. As opiniões destacam a inconsistência das punições e a abertura para suspeitas de clubismo.
A coluna de Julio Gomes discute a possibilidade inédita de o Campeonato Brasileiro ser decidido pelo critério de número de vitórias, criticando a falta de justiça desse desempate. O autor propõe que jogos de desempate, saldo de gols ou confronto direto seriam mais adequados para definir um campeão.
O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Rodrigo Cintra, admitiu que a uniformização de critérios entre os árbitros é um objetivo "utópico" devido à natureza humana e à complexidade do futebol brasileiro. A CBF também anunciou a implementação do impedimento semiautomático a partir do Brasileiro de 2026.
A CBF admitiu que um critério uniforme na arbitragem de futebol é uma utopia, mas busca uma aproximação das decisões. O coordenador da comissão de arbitragem, Rodrigo Martins Cintra, explicou que a padronização é difícil devido à natureza humana e à longa duração dos campeonatos. A entidade confirmou a implementação do VAR semi-automático para 2026 e planeja investir em educação e profissionalização dos árbitros.
Ex-árbitros de futebol divergiram sobre a marcação de lances polêmicos em jogos do Campeonato Brasileiro, envolvendo Corinthians, Flamengo e Red Bull Bragantino. As opiniões se dividiram principalmente sobre pênaltis e expulsões, levantando discussões sobre o critério da arbitragem nacional.
O presidente do Corinthians, Osmar Stábile, criticou veementemente a arbitragem de Edina Alves Batista após a derrota para o Red Bull Bragantino no Brasileirão. Stábile classificou a atuação da árbitra como 'aberração' devido à falta de critérios nas marcações, que resultaram em expulsões polêmicas de jogadores corintianos.
A arbitragem do Brasileirão passou a aplicar um critério mais rigoroso para expulsões, após a CBF reforçar conceitos sobre lances perigosos. A nova interpretação, que considera expulsão lances com o pé levantado contra o adversário, mesmo com toque na bola, gerou cartões vermelhos para jogadores de Flamengo e Atlético-MG, contrastando com decisões anteriores, como a de Gustavo Gómez do Palmeiras.