A Soccer Grass, fabricante de gramados sintéticos, desafia o Flamengo e o Maracanã a realizarem testes científicos para avaliar a qualidade dos gramados naturais. A empresa argumenta que a FIFA já valida a segurança e performance dos sintéticos, e que a oposição do Flamengo é motivada por clubismo, propondo melhorias nos gramados naturais brasileiros.
O artigo reflete sobre o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) no Brasil, analisando o desempenho de clubes como Botafogo, Cruzeiro e Bahia em seus primeiros anos. O autor discute os desafios enfrentados pelos clubes tradicionais que ainda operam sob o modelo associativo, contrastando-os com a capitalização e a gestão das SAFs, e prevê um futuro complexo para equipes como São Paulo, Corinthians, Santos, Grêmio e Internacional.
A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, rebateu as críticas do Flamengo sobre o uso de gramado sintético no futebol brasileiro. Ela classificou as alegações como 'fake news' e 'clubismo', defendendo a segurança e os benefícios do piso artificial, além de questionar a qualidade dos campos do clube carioca.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, rebateu uma proposta do Flamengo que visa a padronização dos gramados e a proibição da grama sintética no futebol brasileiro. A dirigente acusou o clube carioca de clubismo e de propagar 'fake news' sobre o assunto, defendendo a integridade física dos atletas e o respeito às regras da FIFA.
O artigo discute a controvérsia em torno de lances na final da Libertadores entre Flamengo e Palmeiras, comparando a agressão de Erick Pulgar em Bruno Fuchs com uma entrada de Raphael Veiga em Carrascal. O autor argumenta que o lance de Pulgar é uma agressão clara que deveria ter resultado em expulsão, enquanto o lance de Veiga é uma disputa de bola normal, e equiparar os dois é um exemplo de "clubismo".
O artigo discute a Lei da SAF e sua relação com a Lei das Companhias, destacando a plasticidade e adaptabilidade desta última para inovações societárias no futebol. Aborda o interesse do Real Madrid em um modelo de atração de investidores, comparando-o com as experiências brasileiras e o projeto da Safiel para o Corinthians.
Colunistas do UOL Esporte debatem a falta de critério nas decisões do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), levantando preocupações sobre a possibilidade de interferência em resultados do Campeonato Brasileiro. As opiniões destacam a inconsistência das punições e a abertura para suspeitas de clubismo.
Lucas Musetti, em sua coluna no De Primeira, argumenta que a rivalidade entre Palmeiras e Flamengo está prejudicando debates importantes no futebol brasileiro. Temas como apostas, o STJD e gramados artificiais são distorcidos em benefício próprio, esvaziando discussões cruciais para o esporte.