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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria apresenta o Flamengo como o principal opositor dos gramados sintéticos, descrevendo sua postura como um 'ataque' e associando-a ao 'clubismo'.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: O texto destaca os dados internos do Palmeiras que apontam menor incidência de lesões em gramados sintéticos, apresentando a renovação do contrato como um benefício.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: As falas do CEO da Soccer Grass são apresentadas como um contraponto científico e racional à posição do Flamengo, desafiando o clube a comprovar suas alegações.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Botafogo Palmeiras Maracanã Allianz Parque Atlético-MG CBF Athletico-PR Soccer Grass Alessandro Oliveira Chapecoense FIFA

Conteúdo Original

Esporte Fabricante de sintético desafia Fla por testes na grama natural do Maracanã Flavio Latif Do UOL, em São Paulo (SP) 15/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Gramado do Maracanã ficou com marcas após show do grupo de pagode Sorriso Maroto, em outubro Imagem: Bruno Braz / UOL Alessandro Oliveira, CEO da Soccer Grass (empresa responsável pelos gramados sintéticos de Palmeiras e Chapecoense), desafiou o Flamengo e o Maracanã a encararem os mesmos testes feitos pela Fifa anualmente nos gramados sintéticos do país para "aferir à luz da ciência" sobre o tema que virou uma guerra entre Palmeiras e Fla. O que ele disse Se existisse o problema de jogadores com lesão, o próprio Palmeiras estaria contra e não renovaria seu sintético. Está claro que lesão, segurança e performance do futebol está consolidado pela troca que o Palmeiras decidiu fazer agora. O clube tem profissionais responsáveis, e eles fizeram isso pela segurança e beneficio. Hoje jogar no Allianz é extremamente seguro, e não sou eu que digo, é a Fifa com os testes que fazem de performance e segurança. Isso não se aplica aos gramados naturais porque, se passassem por isso, poucos passariam nos testes. Alessandro Oliveira, em entrevista ao UOL. "Esse ataque do Flamengo [ao gramado sintético] é puro clubismo, deveriam usar esse tempo para tentar melhorar os gramados do futebol brasileiro, inclusive do Maracanã, que hoje não tem boas condições de gramado natural. Eu me coloco à disposição do pessoal do Flamengo para fazer testes no Maracanã com a Fifa. Sem custo nenhum, eu pago. Até para ver os parâmetros, se precisa melhorar o sintético ou os naturais, para aferir isso à luz da ciência. Sem achismo e clubismo, em prol do futebol", acrescentou. Mauro Cezar Hugo Souza herói, Gabigol vilão Casagrande Corintianos invadirão Maracanã como em 1976? Sylvia Colombo Kast não será um novo Bolsonaro ou Milei PVC Semis da Copa do Brasil decididas nos pênaltis Entenda o caso Na última segunda-feira (8), o Flamengo entrou com pedido na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para acabar com os gramados sintéticos no Brasil. O clube quer a "padronização e o alto nível" dos jogos nacionais. Classificação e jogos Brasileirão Libertadores Um dos motivos é o número de gramados sintéticos no Brasileirão do ano que vem: cinco dos 20 clubes serão mandantes em estádios com sintéticos. Athletico-PR (Arena da Baixada) e Chapecoense (Arena Condá), que subiram da Série B, e Palmeiras (Allianz Parque), Botafogo (Nilton Santos) e Atlético-MG (Arena MRV). Para rebater o posicionamento do Fla, o Alviverde divulgou dados internos que mostram que a média anual de lesões é menor em equipes que jogam no sintético, em comparação aos times que atuam em gramados naturais. Segundo dados do Núcleo de Saúde e Performance do Palmeiras de 2025, o clube tem uma média de 3,35 por 100 horas de exposição — o número é menor que média europeia de lesões, com 4,5. Além disso, o índice de lesões do Palmeiras em treinos, e o clube faz atividades regulares no campo artificial, também é menor do que clubes europeus: o Palmeiras tem uma média de 0,78 lesão por 100 horas de exposição, enquanto os europeus tem 1,5. Os números são do próprio clube. O que dizem Flamengo e o Maracanã Setor Leste do Maracanã recebeu faixas do Vasco, mandante do jogo de ida da semifinal da Copa do Brasil Imagem: Igor Siqueira/UOL Continua após a publicidade Relacionadas Palmeiras tem primeiro grande reforço para 2026. E ele já está no clube O que explica sequência de dupla de R$ 153 mi no Palmeiras após ano fraco Palmeiras quer zagueiro, mas descarta repatriar cria que brilha em Portugal Em contato com a reportagem, o Flamengo afirma que o debate não é sobre a qualidade do gramado sintético do Allianz Parque, mas sim pelo fim do piso no futebol brasileiro — já que a própria Fifa não adota o gramado artificial em suas competições. A Flamengo TV até fez um programa em seu canal oficial explicando os motivos para o fim do sintético no país. "A gente entregou um documento de 25 páginas para estabelecer esse novo padrão de gramados naturais e híbridos. Nosso objetivo é levar todos os gramados da Série A e B, em um período de dois, três anos, ao melhor padrão de gramado que existe hoje no Brasil: Neo Química Arena, Morumbis e Beira-Rio. É nesse patamar que queremos levar o futebol brasileiro", afirmou Alex Rangel, consultor estratégico do Flamengo. A reportagem também entrou em contato com a assessoria de imprensa do Maracanã, mas não recebeu nenhuma resposta. A matéria será atualizada em caso de posicionamento. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora SUVs mais vendidos: sumiço de versões ameaça liderança do Corolla Cross Ricardo Teixeira tenta se reeleger presidente da Câmara de SP, sem rivais Lula vê Motta sem rumo e teme ainda mais a Câmara em 2026, dizem aliados Agiota, planilha e aliança da propina: o que o 1º caso sobre emendas revela São Paulo deve dificultar saída de Alisson nesta janela de transferências