O Athletico venceu um processo judicial contra o Coritiba referente às críticas à torcida única no clássico de 2019, quando jogadores alviverdes usaram camisas com os dizeres 'Torcida humana: ideia pathetica'. A Terceira Turma do STJ decidiu por unanimidade condenar o Coritiba e o ex-presidente Samir Namur a indenizar o rival por danos morais e materiais. A decisão reverteu entendimento anterior do TJ-PR, que havia julgado o pedido improcedente.
O São Paulo anunciou recorde de público em jogos de futebol feminino entre clubes brasileiros, com mais de 44.530 ingressos vendidos para a final do Brasileirão Feminino contra o Corinthians no Morumbis. A marca supera o recorde anterior, que pertencia ao Corinthians desde 2024. Vencedor do jogo de ida por 2 a 1, o São Paulo precisa apenas de um empate para conquistar o título nacional, que não vence desde 1997.
A final do Brasileirão Feminino de 2026 entre São Paulo e Corinthians atinge recorde histórico de público, com mais de 44.530 ingressos vendidos para o jogo de volta no MorumBis. O Tricolor, que venceu a ida por 2 a 1 de virada na Neo Química Arena, joga pelo empate para conquistar o título nacional que não vence desde 1997. A matéria também rememora o retorno definitivo do futebol feminino são-paulino em 2019, após o encerramento das atividades em 2000 e o vice-campeonato de 2024 para o Corinthians.
São Paulo e Corinthians decidem o título do Brasileirão Feminino neste sábado no Morumbi, após vitória tricolor por 2 a 1 no jogo de ida, primeira derrota caseira da equipe feminina alvinegra na Neo Química Arena. A partida terá torcida única, política implementada em 2016 pela Secretaria de Segurança Pública de SP após episódios de violência entre torcidas organizadas. O São Paulo já vendeu mais de 25 mil ingressos e o duelo pode se aproximar do recorde de público do futebol feminino entre clubes no Brasil.
A Polícia Militar definiu um esquema de segurança com quase 500 policiais para o clássico Ba-Vi, que decidirá o Campeonato Baiano. O plano envolve diversas unidades e policiais à paisana, além de seguranças privados contratados pela gestão do estádio. A questão da torcida única segue sendo um ponto de debate, com o Ministério Público mantendo a recomendação por motivos de segurança.
O artigo de opinião questiona a atitude do presidente do Vitória, Fábio Mota, em pedir o retorno da torcida mista nos clássicos baianos apenas quando o time tem desvantagem de mando. A matéria critica a falta de visão a longo prazo dos dirigentes e a priorização de interesses próprios em detrimento do debate sobre a segurança pública e a igualdade esportiva.
A Associação Nacional das Torcidas Organizadas (ANATORG) apresentou um projeto para acabar com a torcida única em clássicos paulistas. A proposta inclui testes graduais, reconhecimento facial, venda de ingressos rastreável e escolta policial para torcedores visitantes. As organizadas de Corinthians, Santos e Palmeiras demonstraram apoio à ideia, argumentando que a medida atual não reduziu a violência, apenas a deslocou.
O artigo analisa a evolução do equilíbrio em clássicos do futebol paulista, destacando o Dérbi (Palmeiras x Corinthians) como o mais equilibrado na era dos estádios modernos e torcida única. Outros clássicos, como Corinthians x São Paulo e Palmeiras x São Paulo, apresentaram maior desequilíbrio em retrospecto.
O artigo analisa o clássico Fla-Flu sob a perspectiva de torcedores do Palmeiras, destacando a rivalidade histórica e a importância tática da partida para a tabela do campeonato brasileiro. A autora Milly Lacombe expressa a mística do confronto, ressaltando a influência do Fluminense no futebol do Flamengo e o valor de um jogo que transcende as métricas atuais.