A Polícia Militar definiu um esquema de segurança com quase 500 policiais para o clássico Ba-Vi, que decidirá o Campeonato Baiano. O plano envolve diversas unidades e policiais à paisana, além de seguranças privados contratados pela gestão do estádio. A questão da torcida única segue sendo um ponto de debate, com o Ministério Público mantendo a recomendação por motivos de segurança.
O artigo de opinião questiona a atitude do presidente do Vitória, Fábio Mota, em pedir o retorno da torcida mista nos clássicos baianos apenas quando o time tem desvantagem de mando. A matéria critica a falta de visão a longo prazo dos dirigentes e a priorização de interesses próprios em detrimento do debate sobre a segurança pública e a igualdade esportiva.
A Associação Nacional das Torcidas Organizadas (ANATORG) apresentou um projeto para acabar com a torcida única em clássicos paulistas. A proposta inclui testes graduais, reconhecimento facial, venda de ingressos rastreável e escolta policial para torcedores visitantes. As organizadas de Corinthians, Santos e Palmeiras demonstraram apoio à ideia, argumentando que a medida atual não reduziu a violência, apenas a deslocou.
O artigo analisa a evolução do equilíbrio em clássicos do futebol paulista, destacando o Dérbi (Palmeiras x Corinthians) como o mais equilibrado na era dos estádios modernos e torcida única. Outros clássicos, como Corinthians x São Paulo e Palmeiras x São Paulo, apresentaram maior desequilíbrio em retrospecto.
O artigo analisa o clássico Fla-Flu sob a perspectiva de torcedores do Palmeiras, destacando a rivalidade histórica e a importância tática da partida para a tabela do campeonato brasileiro. A autora Milly Lacombe expressa a mística do confronto, ressaltando a influência do Fluminense no futebol do Flamengo e o valor de um jogo que transcende as métricas atuais.