A Justiça do Rio concedeu uma liminar que nomeia Durcesio Mello como gestor interino da SAF do Botafogo, removendo os poderes políticos da Eagle Bidco. A decisão visa assegurar a continuidade das atividades e a estabilidade da gestão diante de um grave cenário financeiro.
O artigo de opinião de Alicia Klein discute a figura de John Textor, apresentado inicialmente como um "salvador" para o Botafogo, mas que se revelou um "gestor incompetente" ou "picareta". A autora questiona se a genialidade de Textor não foi compreendida no "terceiro mundo" ou se ele simplesmente deixou um legado de "terra arrasada".
O CEO da Asarock, Gabriel Pupo, admitiu um erro contábil de quase R$ 100 milhões no fundo que administra a Neo Química Arena. O equívoco envolveu o registro indevido de receitas de bilheteria que nunca ingressaram em caixa, distorcendo balanços por anos e gerando ressalvas em auditorias. A correção do valor foi realizada após a reestruturação do fundo e a baixa contábil, com a expectativa de que os balanços futuros sejam apresentados sem ressalvas.
Marcelo Paz, ex-CEO do Fortaleza e presidente da Liga Forte União, é o novo executivo de futebol do Corinthians. Sua chegada marca uma aposta na gestão que levou o clube cearense da Série C a feitos continentais e à elite do futebol nacional.
Marcelo Paz foi anunciado como o novo diretor-executivo do Corinthians, com contrato de um ano. Sua escolha é considerada brilhante pela gestão que realizou no Fortaleza, onde mudou a trajetória do clube e agora sai devido a questões políticas.
A colunista Yara Fantoni destaca a postura de Marcelo Paz, CEO do Fortaleza, ao assumir responsabilidade pelo rebaixamento do clube. Sua atitude contrasta com a tradição de dirigentes que buscam desculpas, valorizando projetos de longo prazo sobre cargos. A reflexão se estende para outras realidades, como a do Atlético, sugerindo a necessidade de gestores com foco na instituição.