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Análise dos Times

Fortaleza

Principal

Motivo: O artigo elogia a postura de Marcelo Paz, CEO do Fortaleza, por assumir responsabilidade pelo rebaixamento e focar no projeto do clube, contrastando com atitudes de outros dirigentes.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O artigo levanta uma questão sobre a necessidade de uma postura semelhante à de Paz no Atlético, sugerindo que a instituição poderia se beneficiar desse tipo de liderança. O viés é positivo, mas secundário ao Fortaleza.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Atlético Fortaleza Marcelo Paz Victor

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Quando o projeto vale mais que o cargo Yara Fantoni Colunista do UOL 09/12/2025 11h17 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O futebol brasileiro anda carente de dirigentes que entendam que liderar é, antes de tudo, assumir consequências. Em meio ao barulho das torcidas, às crises internas e às pressões de uma temporada que cobra cada erro, a declaração de Marcelo Paz, CEO do Fortaleza, foi quase um respiro de maturidade. Ao afirmar que "projeto vale mais que cargo" e assumir sua parcela majoritária de responsabilidade pelo rebaixamento, ele rompeu com a tradição recente de desculpas terceirizadas e da tentativa constante de blindar gestores de seus próprios equívocos. A postura de Paz destoa do padrão atual. Ele não se escondeu atrás de árbitro, de elenco curto, de lesões ou de planejamentos supostamente sabotados. Reconheceu falhas, apontou caminhos e, principalmente, manteve o foco na instituição. Uma atitude que, por si só, organiza o ambiente. O Fortaleza caiu, mas o discurso do seu CEO evita que o clube caia também em uma espiral de negação. É raro ver um dirigente que entende que projetos de longo prazo sobrevivem a tropeços e que admitir erros não enfraquece ninguém. Pelo contrário, fortalece. E, claro, essa reflexão se amplia quando olhamos para outros contextos. A saída de Victor de um cargo estratégico no Atlético traz à tona uma pergunta silenciosa: seria favorável o Galo ter alguém com essa postura para o lugar do ex-goleiro que se tornou diretor? Uma postura como a de Paz, adaptada à realidade alvinegra, teria muito valor no Galo, ainda mais em um momento que exige clareza, responsabilidade e menos personalismo. Aline Sordili Warner: a batalha por Harry Potter e o futuro da mídia Josias de Souza Apoio a Flávio faz Tarcísio parecer boneco manipulado Carlos Juliano Barros O que explica emprego em alta e inflação em baixa Sakamoto RJ vira narcoestado com benção e voto da Alerj Não é uma comparação profunda, nem precisa ser. Mas a lição é leve e evidente: gestores que colocam o projeto acima do cargo ajudam a construir clubes mais estáveis, competitivos e adultos. O futebol brasileiro ainda engatinha nesse caminho. E talvez esteja na hora de caminhar com gente que não teme o peso dos seus próprios passos. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Yara Fantoni por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Rafa Justus viraliza ao simular pedido de pix ao pai: 'Sente o clima' Ciclone extratropical deixa região Sul em alerta vermelho para tempestades Casal é morto a tiros em ataque a carro no RJ; criança fica em estado grave O Rio está se tornando um narcoestado com benção e voto de sua Assembleia Exportações do agro crescem 1,4% em 2025, apesar do tarifaço dos EUA