A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte afastou a responsabilidade de Ronaldinho Gaúcho em condenação de mais de R$ 1,7 milhão relacionada à empresa 18K Ronaldinho, investigada por esquema de pirâmide financeira. A magistrada concluiu que o ex-jogador tinha apenas contrato de uso de imagem e que o administrador de fato era o empresário Marcelo Lara Marcelino. A condenação ficou restrita às empresas e a Rhafael Horácio Nunes de Oliveira, reconhecido como sócio de fachada em relação de trabalho encoberta.
A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte rejeitou a acusação de que Ronaldinho Gaúcho seria sócio oculto da 18K Ronaldinho, empresa de relógios investigada por pirâmide financeira. A sentença definiu que o ex-jogador apenas cedeu licenciamento de imagem, sem poder de gestão, e atribuiu a administração de fato das empresas ao empresário Marcelo Lara Marcelino. As empresas e o sócio de fachada autor da ação foram condenados solidariamente a pagar cerca de R$ 1,7 milhão.
A reportagem investiga a operadora de apostas Stake, que mantém acesso ilegal a clientes brasileiros por meio do domínio stake.com mesmo após a Medida Provisória que proibiu as bets no país em 25 de setembro. A empresa, que patrocinou o Juventude e apoia atletas brasileiros de MMA, obteve uma liminar na Justiça Federal que foi derrubada no dia seguinte pelo Tribunal Regional Federal, mas continua operando com versão em português e oferecendo apostas em jogos do Brasileirão. O Ministério da Fazenda reforça a proibição e mantém ações de bloqueio, enquanto entidades e clubes recorrem ao STF para tentar suspender a medida.
O campeão mundial de atletismo, CJ Ujah, é acusado de envolvimento em um esquema de fraude com criptomoedas no Reino Unido, que envolve a perda de mais de R$ 2 milhões por uma vítima. Ujah, junto com outros nove suspeitos, se passava por autoridades para obter dados de carteiras digitais. O atleta britânico foi liberado sob fiança e aguarda próxima audiência.
O Ministério Público de São Paulo arquivou um inquérito que investigava um suposto golpe de estelionato contra os jogadores Gustavo Scarpa e Mayke, envolvendo o ex-colega de Palmeiras, Willian Bigode. A investigação apontava que Scarpa e Mayke perderam mais de R$ 10 milhões em um esquema de pirâmide de criptomoedas indicado por Bigode, que também teria sido lesado.
A Justiça de São Paulo negou um recurso de Willian Bigode em um processo envolvendo criptomoedas contra Gustavo Scarpa. O pedido foi classificado como uma tentativa de causar tumulto e atrasar o andamento do caso, que se arrasta desde 2022. O imbróglio gira em torno de um suposto investimento em criptomoedas que não foi resgatado.
Gustavo Scarpa comentou o reencontro com Willian Bigode durante o clássico entre Atlético-MG e América-MG, válido pela semifinal do Campeonato Mineiro. Ambos os jogadores estão envolvidos em questões jurídicas relacionadas a um esquema de criptomoedas, onde Scarpa alega ter perdido R$ 6,3 milhões. Ele expressou o desejo de que a situação se resolva logo e que receba o que lhe é devido.
O clássico mineiro entre América-MG e Atlético-MG pode marcar o reencontro em campo entre Gustavo Scarpa e Willian Bigode, anos após um desentendimento envolvendo investimentos em criptomoedas. Ambos os jogadores expressaram expectativa para o confronto, enquanto o processo judicial entre eles ainda está em andamento.