A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte afastou a responsabilidade de Ronaldinho Gaúcho em condenação de mais de R$ 1,7 milhão relacionada à empresa 18K Ronaldinho, investigada por esquema de pirâmide financeira. A magistrada concluiu que o ex-jogador tinha apenas contrato de uso de imagem e que o administrador de fato era o empresário Marcelo Lara Marcelino. A condenação ficou restrita às empresas e a Rhafael Horácio Nunes de Oliveira, reconhecido como sócio de fachada em relação de trabalho encoberta.