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Análise dos Times

Motivo: Mencionado apenas como informação contextual sobre carreira atual de Ronaldinho, sem tom positivo ou negativo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

ronaldinho gaucho fifa ministerio publico do trabalho ravenna 18k ronaldinho symeia simiao da rocha marcelo lara marcelino justica do trabalho do rio grande do norte rhafael horacio nunes de oliveira

Conteúdo Original

A Justiça do Trabalho do Rio Grande do Norte afastou a responsabilidade de Ronaldinho Gaúcho em uma condenação superior a R$ 1,7 milhão. O ex-jogador era acusado de participação nos bastidores da 18K Ronaldinho, empresa investigada por suspeita de envolvimento em um esquema de pirâmide financeira. A decisão foi tomada pela juíza substituta Symeia Simião da Rocha, da 10ª Vara do Trabalho de Natal (RN). Ao analisar o caso , a magistrada concluiu que não havia elementos suficientes para atribuir ao ex-atleta funções de administração ou controle sobre as atividades da companhia. A ação foi movida por Rhafael Horácio Nunes de Oliveira. Embora constasse formalmente como sócio da 18K Ronaldinho, ele alegou que exercia a função de supervisor de logística e que sua inclusão na sociedade visava ocultar uma relação de emprego. O autor também sustentou que Ronaldinho estaria entre os responsáveis pela condução do negócio. A tese, contudo, não foi aceita em relação ao ex-jogador. A defesa de Ronaldinho Gaúcho apresentou documentação que apontava que o acordo firmado com a empresa previa apenas a utilização de sua imagem na promoção de uma coleção de relógios. Para a Justiça, esse vínculo comercial não comprovava participação na administração empresarial. O Ministério Público do Trabalho também havia se manifestado pela exclusão de Ronaldinho do processo. Na versão apresentada pela defesa do ex-atacante, a condução das empresas estava a cargo de Marcelo Lara Marcelino. A magistrada acolheu esse entendimento e identificou o empresário como administrador de fato da 18K Ronaldinho Comércio e Participações e da 18KWatches Holdings. Marcelino e as duas empresas não apresentaram defesa na ação. A Justiça reconheceu que Rhafael havia sido colocado formalmente como sócio para encobrir uma relação de trabalho e determinou o pagamento de cerca de R$ 1,3 milhão em direitos trabalhistas e indenização por danos morais. Com honorários e encargos previdenciários, o valor ultrapassa R$ 1,7 milhão. A condenação, portanto, não inclui Ronaldinho Gaúcho. A 18K Ronaldinho atuou entre 2018 e 2019, período em que explorou comercialmente o nome do ex-jogador para divulgar relógios. O modelo de operação também envolvia marketing multinível e criptomoedas. A empresa foi investigada pela CPI das Pirâmides Financeiras, que recomendou, em 2023, a abertura de processos criminais contra os envolvidos. Em fevereiro, sócios da companhia foram condenados pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a devolver valores a investidores. Ronaldinho Gaúcho já havia prestado esclarecimentos ao Ministério Público de São Paulo como testemunha, mas nunca integrou formalmente a sociedade. Durante o processo, Ronaldinho sustentou que nunca fez parte do quadro societário das empresas. Ele afirmou ter encerrado o contrato após perceber problemas relacionados ao empreendimento e que foi vítima do uso indevido de sua imagem por terceiros. A Justiça avaliou que os documentos apresentados por sua defesa foram suficientes para afastar a presunção de culpa, mesmo após a aplicação da "confissão ficta" por sua ausência em audiência. Atualmente, Ronaldinho Gaúcho segue uma carreira como produtor musical e músico, além de participar de jogos festivos pelo mundo. O ex-jogador é acionista do Ravenna, clube da Terceira Divisão Italiana, e já foi eleito o melhor jogador do mundo pela Fifa em 2004 e 2005. Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.