A demissão de Tite do Cruzeiro após apenas três meses levanta questionamentos sobre seu trabalho e sua relação com o filho e auxiliar Matheus Bachi. A autora analisa a performance apática de Tite e critica o nepotismo e o comportamento de Bachi, incluindo curtidas em conteúdos misóginos.
A colunista Milly Lacombe levanta a hipótese de que a presença constante de Matheus Bachi, filho de Tite, na comissão técnica, pode ter contribuído para a queda de rendimento do treinador. Ela aponta o nepotismo, o temperamento controverso de Bachi e a falta de histórico relevante do filho como potenciais fatores negativos. A análise sugere que a relação familiar pode ter comprometido o julgamento técnico de Tite e a dinâmica da equipe.