O Vasco anunciou a Brasilux Tintas como patrocinadora pontual para os dois jogos contra o Palmeiras, válidos pela semifinal da Copa do Brasil. A parceria foi destacada pelo diretor comercial do clube, que ressaltou a atratividade comercial do Vasco em momentos estratégicos. O primeiro jogo será no Nubank Parque e o segundo em São Januário, definindo um finalista da competição.
O Atlético Mineiro estampou um QR Code na camisa durante a partida contra o Flamengo, no Maracanã, para direcionar torcedores à página de vendas do Manto da Massa 2026/27. A estratégia elevou em 351% as vendas de camisas durante o jogo e aumentou em 1.100% o tráfego do site. A iniciativa surgiu como alternativa para ocupar o espaço antes destinado às casas de apostas após a MP 1.394/2026.
O Real Madrid emitiu um pedido de desculpas formal ao povo chinês após Kylian Mbappé fazer comentários sobre memes que o retratam como Mao Tsé-Tung. As autoridades chinesas rejeitaram as desculpas iniciais do jogador, suspenderam as transmissões de LaLiga no país e exigiram um pedido oficial do clube. A decisão do Real Madrid é movida por pressão política e interesses econômicos, já que a China representa parcela relevante das vendas de produtos licenciados do clube.
A volta de Ronaldinho Gaúcho aos gramados pelo Ravenna, da terceira divisão italiana, provocou uma corrida por ingressos para o clássico contra o Forlì, marcado para 15 de novembro. Será a primeira partida oficial do brasileiro de 46 anos desde 2015, quando defendeu o Fluminense. O clube aproveita a chegada do ex-jogador para ampliar sua visibilidade, com campanhas publicitárias, parceria com a Panini, loja oficial e a entrada de Ronaldinho como acionista.
O Botafogo transformou a contratação do meia marroquino Hakim Ziyech em uma estratégia de internacionalização da marca, com foco no mercado marroquino. Entre 7 e 30 de setembro, o clube ganhou mais de 300 mil seguidores nas redes sociais, sendo 262 mil do Marrocos, além de lançar coleção especial e documentário na Botafogo TV. O clube agora planeja conteúdos recorrentes para consolidar a nova audiência marroquina.
O Santos suspendeu o contrato com a casa de apostas Novibet, patrocinadora máster do uniforme do clube, após a publicação da Medida Provisória do Governo Federal que proíbe publicidade de bets e cassinos online. A parceria não foi encerrada e o clube aguarda o desdobramento definitivo da medida no Congresso Nacional. O contrato, anunciado em fevereiro, é estruturado em modelo de performance e pode alcançar até R$ 95 milhões por temporada.
O colunista Danilo Lavieri analisa o impacto do fim dos patrocínios das casas de apostas (bets) no futebol brasileiro, comparando as perdas de Palmeiras e Flamengo. Ele avalia que o Flamengo aparece mais exposto, com R$ 270 milhões da Betano contra R$ 100 milhões da Sportingbet no Palmeiras, mas o cenário de incerteza do mercado pode apertar as negociações de ambos os clubes. Para Lavieri, a reposição de patrocinadores dependerá da capacidade de barganha, da credibilidade das empresas e da atuação dos departamentos de marketing.
O Santos suspendeu a exposição do patrocinador máster Novibet após a publicação da MP nº 1.394, que proíbe a exploração e a publicidade das casas de apostas no Brasil. Apesar disso, o contrato entre clube e empresa continua vigente, com apenas as ações de marketing interrompidas durante o período de restrição.
Clubes paulistas das Séries A e B do Campeonato Brasileiro se reuniram com a Federação Paulista de Futebol (FPF) para discutir o impacto da ausência das casas de apostas (bets) após a Medida Provisória do Governo Federal. Representantes de marketing, comunicação e jurídica dos clubes receberam explicações sobre prazos e a tramitação da MP no Congresso Nacional. As partes decidiram continuar agindo de forma coletiva na defesa dos interesses do futebol paulista.
Juca Kfouri sugere que o Flamengo explore seu potencial como time mais popular do Brasil para atrair novos patrocinadores máster e substituir as casas de apostas. O colunista argumenta que grandes marcas de setores como automotivo, aviação e bancos podem ocupar o espaço, citando os maiores clubes do mundo que prosperam sem patrocínio de bets. Ele defende que o clube não deve voltar as costas para a saúde pública e o endividamento da torcida, lembrando o escândalo dos bingos e a Lei Zico.
O artigo de Juca Kfouri critica a cobertura jornalística da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo, apontando como a imprensa, especialmente a CazéTV, criou uma ilusão de que a equipe tinha chances reais de título. O colunista também aborda a tendência de transformar jogadores em personagens de redes sociais, distanciando-se do futebol em si.
Aos 46 anos, o ex-jogador brasileiro Ronaldinho Gaúcho retornará ao futebol para atuar pelo Ravenna, clube da terceira divisão italiana. A informação foi confirmada por uma fonte próxima ao atleta, com a apresentação oficial prevista para Miami.
Rodrigo Mattos, em análise no UOL News Esporte, criticou um ranking de uma TV americana que colocou Cristiano Ronaldo à frente de Vinícius Júnior, classificando-o como 'aberração'. A lista para os melhores da Copa do Mundo, segundo a NBC, posicionou Raphinha em 7º, Vini Jr em 19º, Messi em 4º e Cristiano Ronaldo em 16º. Mattos e Casagrande concordaram que os critérios parecem mais voltados para marketing e visibilidade do que para desempenho em campo.
Rodrigo Mattos, em análise no UOL News Esporte, avaliou que a seleção brasileira está em baixa e não chega como favorita para a Copa do Mundo. Ele destacou que a 'grandiosidade' dos eventos de marketing busca compensar a posição atual do Brasil no cenário do futebol mundial, onde seleções como Espanha e França são vistas à frente.
A crônica aborda um dia agitado para o Corinthians, marcado pela possível renovação de contrato de Memphis Depay, que também planeja uma carreira musical no Brasil. Paralelamente, o clube busca parcerias comerciais para financiar o atleta, enquanto se prepara para o jogo da Libertadores contra o Platense.
A Fifa determinou que estádios da Copa do Mundo de 2026 nos EUA, México e Canadá, que possuem naming rights de empresas não patrocinadoras, terão seus nomes alterados para denominações neutras durante o torneio. A medida visa evitar o marketing de emboscada e proteger os patrocinadores oficiais da competição.
Comentaristas do UOL debatem a convocação de Neymar para a Copa do Mundo, mesmo com uma lesão na panturrilha. Há especulações de que ele possa ser cortado antes do torneio. A discussão aborda se a convocação teve motivações esportivas ou de marketing.
Mauro Cezar avalia a convocação de Neymar, mesmo com problemas físicos, como uma ação de marketing e "na carteirada". A discussão aborda o risco de levar um jogador sem estar 100% e o peso dessa aposta em 2026, criticando o "ambiente de novela" em torno do atacante.
O artigo discute a conotação do termo "invasão" ao se referir à torcida do Corinthians, sugerindo sua aposentadoria para preservar a original de 1976. Além disso, o autor especula sobre um "Neymarketing" envolvendo a convocação de Neymar, onde ele se lesionaria e permaneceria na delegação para benefícios de imagem e da CBF.
A matéria analisa como Neymar, após ser convocado para a seleção brasileira, priorizou a publicação de campanhas publicitárias em vez de uma reação emocional genuína. Essa estratégia comercial, semelhante à adotada após a Copa de 2018, reforça sua imagem como um produto publicitário, gerando fortuna e sendo explorada desde cedo em sua carreira.