O ex-atacante Cacau, ídolo do Stuttgart, relata ter sofrido mais racismo no Brasil do que na Alemanha. Ele apoia a luta de Vini Jr. contra a discriminação no futebol, destacando a importância de grandes jogadores se posicionarem. Cacau compara a situação no futebol alemão, onde ele se sentiu respeitado, com casos de colegas que sofreram ofensas racistas.
A FIFA pressiona por uma reunião extraordinária da IFAB para aprovar a "Lei Vinicius Jr.", que prevê a expulsão de jogadores que cubram a boca para ofender colegas. A intenção é que a regra entre em vigor antes da Copa do Mundo de 2026, após um incidente envolvendo Vini Jr. e Prestianni.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defende a expulsão imediata de jogadores que cubram a boca durante discussões em campo, argumentando que tal gesto indica algo a esconder, possivelmente com conotação racista. Ele propõe que o Código Disciplinar da entidade seja endurecido, com sugestões de mudanças nas regras antes da Copa do Mundo.
O comentarista Paulo Vinícius Coelho (PVC) critica a postura de Filipe Luís ao comentar sobre um caso de racismo envolvendo Vini Jr. e o jogador Prestianni. PVC defende que Filipe Luís deveria ter seguido o exemplo de Mbappé e focado na punição do agressor, em vez de relativizar a situação com experiências pessoais positivas na Argentina.
A CBF enviou cartas à Fifa e à Uefa exigindo rigor nas investigações e punições exemplares para casos de racismo contra Vinicius Jr. A entidade brasileira destacou o apoio de Gianni Infantino e as diretrizes disciplinares das federações para combater a discriminação no futebol.