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CEO do Atlético-MG explica como aporte vai ajudar na operação do futebol O Atlético-MG tem um novo cronograma definido para o aporte de R$ 500 milhões, segundo apurou o ge , a ser feito pelos acionistas majoritários da SAF, Rubens e Rafael Menin. Anteriormente, o CEO do Galo, Pedro Daniel , havia estabelecido prazo de 30 dias para conclusão da transação. Contudo, questões burocráticas travam o negócio, que agora deve ser executado no decorrer do mês de maio. + Análise: Atlético-MG atropela nos números, mas fica mais perto do Z-4 com Coritiba fatal Os 30 dias, antes prometidos, se encerram nesta segunda-feira . O clube depende de resoluções burocráticas para finalizar o processo. O Atlético ainda precisa agendar uma reunião com o Conselho Deliberativo. A convocação será feita até 30 de abril. + Pediu para sair? Domínguez responde sobre futuro no Galo + Diretor do Atlético-MG garante permanência de Domínguez: "Respaldo total" Depois disso, há um prazo de 15 dias para a realização da reunião. O Conselho, então, deverá aprovar o aporte, para que, na sequência, a transação seja feita. Com isso, a expectativa é que o negócio seja finalizado depois de 15 de maio. 1 de 2
Luiz Carlos, Rubens Menin, Paulo Bracks e Pedro Daniel; Atlético-MG — Foto: Atlético-MG Luiz Carlos, Rubens Menin, Paulo Bracks e Pedro Daniel; Atlético-MG — Foto: Atlético-MG Mais notícias do Atlético Confira a lista de reforços contratados pelo Atlético para a temporada O valor previsto do aporte é de R$ 500 milhões e será utilizado para quitar débitos bancários . A cada ano, os juros elevados afetam o Atlético-MG na parte operacional do futebol, que precisa reorganizar o orçamento para quitar os valores. + Agenda de jogos do Atlético-MG Com o aporte, a expectativa é melhorar o fluxo de caixa e ter mais tranquilidade para investir no futebol. Segundo o último balanço financeiro, a dívida do Atlético é de R$ 1,8 bilhão . Dentro desse valor, os débitos bancários ocupam grande parcela - cerca de R$ 941 milhões. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! Mudança nas ações da SAF De acordo com a Lei da SAF, os demais acionistas do Atlético deveriam acompanhar o valor investido pela família Menin para seguir com as porcentagens nas ações do clube. Preso por investigação, Daniel Vorcaro não seguirá o regulamento e terá sua parte reduzida. 2 de 2
Daniel Vorcaro, acionista da SAF do Atlético — Foto: Reprodução Daniel Vorcaro, acionista da SAF do Atlético — Foto: Reprodução Vorcaro detém cerca de 20% da SAF do Atlético. O banqueiro fez dois aportes - R$ 100 milhões e R$ 200 milhões. Contudo, ele foi afastado do Conselho da SAF atleticano, após a prisão por suposto envolvimento no caso do Banco Master. Com o aporte dos Menin, a porcentagem de Vorcaro na SAF cairá para cerca de 4% a 5%, e ele se tornará um investidor quase "fantasma" no quadro de acionistas. Internamente, o clube trata a movimentação do aporte importante também por isso. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 50 vídeos 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧