A Justiça de São Paulo homologou o plano de pagamento de dívidas do Corinthians, que totalizam aproximadamente R$ 450 milhões, a serem quitados ao longo de dez anos. O plano, que utiliza o Regime Centralizado de Execuções (RCE), busca organizar as finanças do clube e reduzir bloqueios judiciais.
O Corinthians recebeu um parecer favorável do Ministério Público de São Paulo à versão revista do seu plano no Regime Centralizado de Execuções (RCE). O documento indica que o clube atendeu às exigências feitas, eliminando impedimentos para a homologação do plano e permitindo o início mais rápido dos pagamentos aos credores.
O Corinthians apresentou uma nova proposta ao Regime Centralizado de Execuções (RCE) após ter seu plano de recuperação judicial rejeitado pela Justiça. O clube reconhece um rombo na receita, com cerca de 20% do faturamento anual já comprometido por dívidas fora do regime, como as relativas à Neo Química Arena e débitos tributários.
O Corinthians teve seu Regime Centralizado de Execuções (RCE) trabalhista arquivado pela Justiça do Trabalho, encerrando pendências com credores. Além disso, o clube terá a devolução de mais de R$ 258 mil em valores depositados judicialmente.
A Justiça rejeitou o plano de pagamento de dívidas do Corinthians dentro do Regime Centralizado de Execuções (RCE), mas prorrogou a suspensão de execuções individuais por 60 dias. O clube considera a decisão positiva, pois reconhece pontos centrais e abre caminho para futura homologação, apesar de exigir ajustes.