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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O artigo descreve de forma detalhada e com tom crítico as alegações do MP contra a gestão do Corinthians, apontando falhas e pedindo intervenção e anulação de contas. Há pouca ou nenhuma defesa do clube no texto.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Neo Química Arena Osmar Stabile Cássio Conserino Ministério Público Haroldo Dantas

Conteúdo Original

Futebol MP pede nova intervenção no Corinthians e quer anular aprovação das contas Fábio Lázaro Do UOL 05/05/2026 12h23 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Parque São Jorge, sede social do Corinthians Imagem: Divulgação/Corinthians O Ministério Público de São Paulo pediu à Justiça a abertura de inquérito civil para avaliar uma possível intervenção judicial no Corinthians. O pedido foi feito pelo promotor Cássio Conserino, que aponta falhas na gestão e no sistema de controle interno do clube. A solicitação inclui a análise sobre eventual ação judicial com nomeação de um interventor. Josias de Souza Lula nos EUA desparafusa raciocínio de Eduardo José Fucs Quem paga a peregrinação de Thiago Ávila pelo mundo José Paulo Kupfer Desenrola 2.0 pode incentivar 'risco moral' Tostão Futebol permite sonhar o sonho impossível O MiP entende que há indícios de problemas estruturais na administração corintiana e que o caso exige apuração mais aprofundada. Anulação de contas aprovadas Na mesma representação, o promotor pede a anulação da aprovação das contas de 2025. O documento questiona a forma como os números da gestão do presidente Osmar Stabile foram analisados e validados internamente no clube. Segundo o MP, o déficit de R$ 143 milhões e dívida superior a R$ 2,7 bilhões não foram enfrentados pelos órgãos internos (Conselho Fiscal, Cori e Conselho Deliberativo). Segundo o promotor, não houve detalhamento sobre como o clube pretende equilibrar as contas e lidar com o endividamento. O Ministério Público também afirma que a análise ignorou alertas feitos pela auditoria independente. Continua após a publicidade Gestão temerária A representação do MP aponta que esse cenário pode indicar gestão temerária. A avaliação leva em conta possíveis falhas de transparência e controle previstas na Lei Geral do Esporte. Entre os pontos citados, o MP destaca a reunião do Conselho Fiscal. O promotor questiona a participação de Haroldo Dantas, que estava afastado por decisão da Comissão de Ética, mas participou do encontro e assinou a ata. Para o órgão, essa situação compromete a validade da reunião. A avaliação é de que houve erro na composição do conselho, o que pode tornar a decisão inválida. O documento também afirma que o Conselho Fiscal aprovou as contas com ressalvas sem explicar de forma clara os problemas identificados. Segundo o promotor, faltou uma análise técnica mais completa sobre os apontamentos da auditoria. Na sequência, a representação aborda a atuação do Conselho de Orientação (Cori). O órgão também recomendou a aprovação com ressalvas, mas, de acordo com o Ministério Público, não aprofundou a análise. Continua após a publicidade O texto diz que o Cori não avaliou a participação considerada irregular no Conselho Fiscal. Também não apresentou medidas para corrigir os problemas identificados. Além disso, o promotor aponta que não houve definição de responsabilidades. Nem mesmo um plano para resolver as inconsistências foi apresentado. Conselheiros responsabilizados O Ministério Público defende que os conselheiros que votaram a favor da aprovação das contas possam ser responsabilizados. Segundo o promotor, a decisão foi tomada mesmo com parecer contrário da Comissão de Finanças do próprio conselho. A representação também cita pontos levantados pela auditoria sobre o balanço financeiro. Um deles envolve a forma como foram registrados valores ligados à Neo Química Arena. Outro ponto é a falta de controle sobre receitas, adiantamentos e obrigações financeiras. O documento aponta possíveis distorções nas informações apresentadas pelo clube. Continua após a publicidade O Conselho Deliberativo aprovou as contas de 2025 no fim de abril. Foram 106 votos favoráveis e 68 contrários, entre 174 conselheiros. Próximos passos Com base nesses elementos, o Ministério Público pede a abertura de inquérito civil. O objetivo é reunir informações para decidir se entra com ação judicial pedindo intervenção no clube. O documento será analisado junto a outros procedimentos já em andamento. Em dezembro de 2025, o Ministério Público já havia aberto investigação sobre o Corinthians. Na ocasião, o foco era o uso de cartões corporativos do clube. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Itaú tem lucro de R$ 12,3 bilhões no 1º tri de 2026, alta de 10,4% Morre mãe do ativista brasileiro Thiago Ávila, detido em Israel Fluminense anuncia contratação de Hulk; estreia será depois da Copa Quem é Vivian Guglielmetti, esposa de Robinho e mãe de Robinho Jr. Transmissão ao vivo de Sporting Cristal x Palmeiras pela Libertadores: onde assistir