Marcelo Munhoes, diretor de tecnologia do Corinthians, defendeu a auditoria interna sobre desvio de materiais esportivos, solicitada pelo presidente Osmar Stabile. Ele explicou o sumiço de um dos auditores, alegando 'motivos internos' e que a versão divulgada pelo vice era incompleta. A auditoria apontou irregularidades, como aumento de itens retirados e materiais em más condições, e o caso será investigado pela Polícia Civil.
Torcedores do Corinthians realizaram um protesto em frente à sede social do clube, o Parque São Jorge. A manifestação foi contra o desvio de materiais esportivos da Nike, que foram apontados em uma auditoria interna e teriam envolvido o vice-presidente Armando Mendonça.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, rebateu acusações de desvio de materiais fornecidos pela Nike, apresentadas em um relatório de auditoria. Ele apontou falhas no documento e defendeu sua conduta, alegando que os materiais foram utilizados para representação institucional ou seguindo processos corretos.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, nega as acusações de ter retirado 131 itens de materiais esportivos da Nike, conforme apontado por uma auditoria interna. Ele contesta os números, alega que muitos itens foram transferências internas ou retirados por terceiros, e que o relatório apresenta erros grosseiros e fragilidades. A investigação policial sobre o possível desvio de materiais continua.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, negou veementemente desvio de materiais do clube, classificando o relatório de auditoria interna como enviesado e falho. Ele alega ser alvo de manobras políticas e aponta inconsistências e erros no processo de apuração, incluindo a exclusão de um auditor. Mendonça solicita uma auditoria externa para esclarecer os fatos.
Uma auditoria no Corinthians revelou desvios significativos de materiais esportivos da Nike, excedendo a cota contratual em quase 300%. O vice-presidente Armando Mendonça é apontado como figura central nas irregularidades, enquanto categorias de base e outros esportes sofrem com a precariedade de uniformes. O caso também envolve a comercialização clandestina de produtos do clube.
Uma auditoria interna no Corinthians revelou irregularidades na distribuição e desvio de materiais esportivos fornecidos pela Nike. A investigação abrange as gestões dos presidentes Augusto Melo e Osmar Stabile, apontando aumento no número de itens retirados, materiais em mau estado e comércio irregular de produtos do clube. Um vice-presidente é citado como alvo principal na apropriação indevida de uniformes.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, notificou extrajudicialmente diretores do clube, questionando a validade de uma auditoria interna que apontou falhas na gestão de materiais esportivos da Nike. Mendonça alega impropriedades técnicas e jurídicas no relatório e exige a apresentação de provas em 72 horas, sob pena de medidas judiciais.