Rodrigo Mattos, em análise no Canal UOL, revelou que o Flamengo pagou 54 milhões de euros por Lucas Paquetá, superando o valor inicialmente anunciado de 42 milhões de euros devido a impostos e comissões. O jornalista detalhou o endividamento do clube, que aumentou em cerca de R$ 300 milhões no trimestre, aproximando-se do custo da transferência e impactando a saúde financeira.
Uma auditoria recente apontou que o endividamento do Grêmio atingiu R$ 935,6 milhões ao final de 2025. Deste valor, R$ 516,4 milhões correspondem a obrigações de curto prazo a serem quitadas em 2026. A diretoria atual informou ter pago R$ 100 milhões em dívidas nos primeiros 60 dias de gestão.
O artigo de Juca Kfouri descreve a atual crise ética e moral que assola o São Paulo Futebol Clube, argumentando que o clube abandonou seus princípios de governança e transparência. São apresentados indícios de uso do clube para fins privados, endividamento recorde e falha do Conselho Consultivo em tomar medidas. A matéria analisa a degradação institucional desde um passado de excelência.
O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), apresentou números financeiros robustos para 2025, com receita de R$ 2,071 bilhões e EBITDA de R$ 600 milhões. Contudo, ele considera um erro de gestão a redução do endividamento para R$ 96 milhões, argumentando que o clube poderia ter investido mais em contratações e planeja aumentar essa dívida em 2026 para potencializar o futebol.
A CBF está prestes a apresentar seu projeto de Fair Play Financeiro aos clubes, com foco em regras severas de solvência e endividamento. O plano será divulgado oficialmente em um evento em novembro, com partes do projeto de sustentabilidade e governança sendo apresentadas na COP 30.