O esquiador paralímpico Cristian Ribera conquistou a inédita prata para o Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno em Milão-Cortina 2026. Após o feito histórico, ele retornou ao Brasil e anunciou que focará no atletismo paralímpico, visando o ouro em Los Angeles 2028, inspirando-se em sua colega Aline Rocha.
O Brasil encerrou sua participação nas Paralimpíadas de Inverno em Milão-Cortina com destaque para Cristian Ribera e Aline Rocha, que conquistaram o 5º lugar na prova de 20km do esqui cross-country. Outros atletas brasileiros também competiram, finalizando fora do top 10.
A cerimônia de encerramento das Paralimpíadas de Inverno em Cortina d'Ampezzo celebrou a edição italiana e deu as boas-vindas aos Alpes franceses, sede dos próximos Jogos. O evento contou com apresentações artísticas, o hasteamento das bandeiras italiana e francesa, e a passagem do bastão para a próxima sede. O Brasil foi representado por André Barbieri, que conduziu a bandeira nacional.
Vitória Machado fez história ao se tornar a primeira brasileira a competir no snowboard em Paralimpíadas de Inverno, conquistando o 12º lugar no banked slalom. André Barbieri também participou, terminando em 14º, mas o Brasil ficou fora do top 10.
O atleta canadense Jon Thurston realizou uma jogada espetacular na partida de curling contra a Noruega, nas Paralimpíadas de Inverno. Com um lançamento preciso, ele removeu duas pedras adversárias e encaixou a sua perto do alvo, mudando o placar de forma decisiva. O Canadá venceu a partida por 9 a 2 e se manteve invicto na competição.
Elena Sena, Guilherme Rocha e Robelson Lula representaram o Brasil na prova de biatlo individual sentado nas Paralimpíadas de Inverno de Milão-Cortina. Os atletas brasileiros não alcançaram o top 10, com Elena Sena terminando em 11º lugar no feminino e Guilherme Rocha em 16º no masculino.
A cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 foi marcada por boicotes de diversas nações e ausências por questões logísticas. A inclusão da Rússia e Belarus, devido à invasão da Ucrânia, foi o principal motivo do boicote. O Brasil, embora presente com nove atletas, não desfilou em Verona por questões de logística, mas participou remotamente da cerimônia.
O snowboarder brasileiro André Barbieri sofreu um acidente durante um treino para as Paralimpíadas de Inverno Milão-Cortina 2026. Ele bateu a cabeça, sofreu uma concussão e ficou fora da prova de snowboard cross. Barbieri permanecerá em observação e a expectativa é que ele se recupere para a prova de banked slalom.
A Ucrânia teve seu uniforme de pódio proibido nas Paralimpíadas de Inverno pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC) por conter um mapa do país, considerado um ato político. A decisão ocorre em meio ao boicote ucraniano à Cerimônia de Abertura, em protesto contra a inclusão de atletas da Rússia e de Belarus, suspensos anteriormente pela Guerra.
O campeão paralímpico Adriano Gomes de Lima faleceu em Natal aos 52 anos, após tratar um câncer ósseo. Ele foi um dos maiores medalhistas paralímpicos do Brasil, com um ouro, cinco pratas e três bronzes em quatro edições dos Jogos. Sua última participação foi nas Paralimpíadas do Rio em 2016.
O tricampeão paralímpico Petrúcio Ferreira iniciou a preparação para as Paralimpíadas de Los Angeles 2028 com treinos na praia de João Pessoa, intercalando atividades físicas nas pistas e na areia. O atleta, pentacampeão mundial nos 100m rasos, tem um calendário movimentado com competições estratégicas no ciclo paralímpico.