A colunista Milly Lacombe argumenta veementemente pela exclusão dos Estados Unidos da Copa, citando ações bélicas e a liderança de Donald Trump. Ela critica a hipocrisia em relação ao Irã e Arabia Saudita, e clama por um fim à guerra antes de discutir a luta feminista.
O artigo relata o retorno do futebol à Faixa de Gaza, destacando um jogo entre times locais em um estádio destruído. A partida é apresentada não apenas como um evento esportivo, mas como um símbolo de resiliência e vida em meio à devastação causada pela guerra.