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Copa do Mundo Fifa faz 'reunião de crise' para discutir Copa após ataque dos EUA ao Irã, diz jornal São Paulo 28/02/2026 16h50 Deixe seu comentário Gianni Infantino, presidente de Fifa, e Donald Trump, presidente dos EUA Imagem: Anna Moneymaker/Getty Images Os dirigentes da Fifa realizaram "reuniões de crise" neste sábado, 28, para discutir possíveis repercussões na Copa do Mundo dos ataques militares dos Estados Unidos e Israel ao Irã, de acordo com o jornal britânico The Times. Os encontros ocorreram após a assembleia geral da International Board (IFAB), órgão responsável pela regulamentação das regras do futebol, sobre mudanças que serão incorporadas a partir da Copa do Mundo . "Tivemos uma reunião hoje e é prematuro comentar em detalhes, mas vamos acompanhar os desenvolvimentos em torno de todas as questões ao redor do mundo", afirmou secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom. Josias de Souza Língua de Haddad assume candidatura Letícia Casado Anotações de Flávio enfraquecem direita em MG Mariana Sanches As investidas de Trump sobre a mídia nos EUA Paulo Camargo QR Code salvou vidas na pandemia; e hoje? "Continuaremos a nos comunicar como sempre fazemos com os três governos (anfitriões), como sempre fazemos em qualquer caso. Todos estarão seguros", afirmou. A ação militar deste sábado também levou figuras do futebol a questionarem, em caráter reservado, a decisão do presidente da Fifa, Gianni Infantino, de criar um prêmio da paz da Fifa, outorgado ao presidente Trump em dezembro. A entrega do prêmio ocorreu em meio à escalada de tensão entre Estados Unidos e Venezuela, quando Washington já ensaiava uma operação militar que acabou sendo concluída em janeiro. O ditador Nicolás Maduro foi capturado e transferido para Nova York para enfrentar acusações de narcotráfico. A entrega da honraria para reconhecer personalidades que, em tese, contribuiriam para a paz, a um líder que vem comandando seguidas operações militares pode gerar críticas e levantar questões sobre a neutralidade da entidade esportiva. Procurada pela reportagem neste sábado, após os ataques ao Irã, a Fifa não se manifestou. Os Estados Unidos, juntamente com México e Canadá, serão os anfitriões do torneio a partir do dia 11 de junho. O Irã, já classificado para o Mundial, tem seus jogos da fase de grupos marcados o território americano, em Los Angeles e um em Seattle. Continua após a publicidade Relacionadas Copa pode mudar de sede com novo conflito entre EUA e Irã? Entenda cenário Bairro bombardeado no Qatar virou vila argentina na Copa com mural de Messi IFAB define novas regras sobre cera, uso do VAR e vai debater 'lei Vini Jr' Embora difícil medir diretamente a posição de atletas e delegações, os conflitos recentes aumentam a pressão sobre representantes esportivos e federações. Ainda não há anúncios oficiais de boicotes ou sanções esportivas em resposta ao conflito. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Morte de Khamenei elevaria tensão sem derrubar regime, dizem analistas Ceni é alvo de protestos em classificação do Bahia para final do Estadual Alberto Cowboy vence 7ª Prova do Anjo e imuniza alguém no Paredão Falso Ex-BBB mostra destroços de míssil abatido em Dubai; veja Hotel 7 estrelas e aeroportos de Dubai e Abu Dhabi são atingidos; 1 morreu