Clubes de futebol do Pará criticaram a decisão do Governo do Estado, em parceria com a mineradora Vale, de investir em centros de treinamento exclusivamente para Remo e Paysandu. Outras equipes paraenses, como Águia de Marabá, Castanhal, Cametá, Bragantino e Tuna Luso, divulgaram notas oficiais alegando que a concentração de investimentos amplia desigualdades e defendem uma política esportiva mais justa e equitativa.
O artigo discute o alto custo das passagens aéreas de Goiânia para Belém para torcedores do Goiás que desejam assistir a uma possível partida de acesso à Série A. A elevação dos preços é atribuída à realização da COP-30 na capital paraense, com voos partindo de R$ 4,6 mil.