O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, alegando que a demissão de Marcelo Munhoes, considerado testemunha importante em investigação sobre irregularidades com materiais esportivos da Nike, pode intimidar outras testemunhas. A defesa do dirigente nega envolvimento no desligamento e classifica o pedido como abusivo, questionando ainda a imparcialidade do promotor Cássio Conserino. O pedido será analisado pela 25ª Vara Criminal de São Paulo.